terça-feira, 18 de maio de 2010

Voilá

A ser verdade o que aqui é publicado ...

Colegas da biblioteca do arquivo gostaram do novo trabalho de Bruna Real, a docente que foi afastada da escola de Mirandela depois de ter sido fotografada para a revista.
"Simpática", "atraente" e "boa colega" [exactamente o que eu penso dos meus colegas no 1.º dia de trabalho deles]. Foi assim que alguns funcionários do Arquivo Municipal de Mirandela reagiram ao primeiro dia de trabalho de Bruna Real, a professora de 27 anos que pousou nua para a revista Playboy e foi afastada da Escola de Torre de Dona Chama, onde coordenava as actividades de enriquecimento curricular. Durante duas horas, a jovem esteve a arquivar diversos documentos camarários e no final afirmou que tudo "correu bem" [ora, ainda bem].

A professora não parou de sorrir para os fotógrafos quando chegou às 14.35 ao Arquivo Municipal de Mirandela, onde vai continuar a trabalhar até ao final de Junho, altura em que termina o seu contrato com a autarquia. Mas aos jornalistas, que desde manhã esperavam que se apresentasse ao trabalho, não quis prestar declarações. Limitou-se a informar que só falará depois de estar concluído o inquérito aberto ao seu caso pela Câmara de Mirandela.

Contactado pelo DN, o presidente da autarquia, José Silvano, garantiu que não foi instaurado qualquer processo à professora. E avança que Bruna Real acordou com a autarquia o seu afastamento da escola, devido ao alarme social provocado pelas fotografias na Playboy , que circulavam já em fotocópias junto da comunidade escolar. Foi até a professora que escolheu trabalhar no arquivo camarário, garante.
[eh pá, e nós aqui todos preocupados ...]

José Silvano acrescenta que a autarquia nunca poderia levantar um processo porque Bruna Real não praticou qualquer delito. "Não recriminamos a professora, mas também não podemos endeusá-la", defendeu.

Depois de ter passado o fim-de--semana em Lisboa, Bruna regressou ontem a Mirandela. Ontem, apenas desmentiu várias afirmações que lhe são atribuídas em alguma imprensa, pois reafirma que para já não presta declarações a ninguém.
[a imprensa é tramada, menos a Playboy, claro]

Vai candidatar-se a nova escola
Desde que estalou a polémica em torno das fotografias da professora que a família de Bruna "desapareceu" de Mirandela. Pais e avós estão incontactáveis, também as tias, que têm um negócio de alheiras, fecharam a fábrica e as lojas de revenda.

Já a professora não parece nada incomodada com a polémica. "Ela está a gostar da situação", [quem diria!] garantiu ao DN um amigo da professora. "Foi ela quem a criou com o objectivo de entrar no mundo do espectáculo
[nããããooo ... a sério?]. As fotografias foram tiradas em Setembro do ano passado e nunca esperou que fossem publicadas agora. Mas não se importou nada."

Outra fonte próxima da professora garante que a Bruna Real quer tentar um lugar de docente a nível nacional através do Ministério da Educação. Mas se entretanto surgir uma oportunidade para entrar no mundo da televisão é aí que deseja fazer carreira.

Um dos docentes que foi colega de Bruna na Escola de Torre garantiu ao DN que a professora "é muito inteligente, com uma cultura acima da média e que era acarinhada e respeitada não só pelo professores mas também pelos alunos da escola".
O docente apoia, no entanto, o seu afastamento da escola: "Claro que após a agitação provocada pelas fotografias foi melhor assim."

António Vidinhas, 37 anos, namorou cerca de quatro anos com Bruna Real. O ex-companheiro, que é proprietário de uma loja de molduras, disse ao DN que não concorda com a sessão fotográfica: "Como professora primária tinha de ter mais decoro, eu se tivesse um filho não gostaria que ele tivesse uma professora que se despia para uma revista."
[pá, que atrasado ...]

2 comentários:

Rei da Lã disse...

Cambada de imberbes mentais!

Este é país é uma paróquia.

Pronúncia disse...

O tal colega, será que quis mesmo dizer "boa colega" ou não seria antes "colega boa"? É que faz toda a diferença... :D