quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

(imagem Google)

Sou maluca. Apaixono-me por vozes de rostos que nunca vi e cheiros que nunca senti.
Acontece com conhecidos - cantores, radialistas ... e desconhecidos - companhias incertas de café.
E, no entanto, quando a voz ganha cara, confirmo, reconfirmo e voltarei a confirmar sempre que aconteça (espero bem que sim), que os meus ouvidos conhecem-me bem e que sabem o que me agrada.
A voz de um homem tem de entrar em mim primeiro - sem bater à porta; apenas abrindo-a, sem pedir por favor - para que o meu corpo deixe entrar o resto do homem - cérebro e pénis.

Foi assim com Leonard Cohen. Quando ouço LC, sinto-me perfurada, de uma forma visceral.
É assim com desconhecidos no café. Arrepio-me e sorrio e não me viro. Deixo-me estar ali a ouvir a voz e conversa alheias.
É assim com desconhecidos ao telefone. Quase que me engasgo (quase, porque não sou rapariga de engasgar-me ...) com a guturalidade e/ou carvenosidade e/ou até soturnidade de um bom-dia ou boa-tarde ou até de um olá.

O contrário também se verifica. Querendo isto dizer que se a voz não me perpassa as entranhas, o resto do homem nenhum efeito tem em mim.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A noite do meu Natal ...

teve barrete vermelho, barbas, rabanadas, vinho do Porto, queijo, pão-de-ló ....

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


Gosto tanto, tanto, tanto, tanto, tanto de comer um sorvete no Inverno. Sabe-me mesmo bem. Menos o sabor morango.

Quem sabe o que isto quer dizer? Eu não sei e é comigo, mas ... desconfio que talvez seja mais um sintoma do meu espírito de contradição.

(comer sorvete no Verão ... pfff, coisa mais banal)
(sorvete é uma palavra gira, não é? sorvete ... sorver-te ...)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Feliz Natal e essa treta

Venho por este meio informar que já me encontro disponível para receber presentes de Natal. Aceito cheques, dinheiro vivo, transferências bancárias, roupa de marca, telemóveis topo de gama, automóveis Maserati, Volvo ou Aston Martin, e até vivendas de luxo.

Atenção, não aceito nada da loja dos chineses!


(descaradamente roubado d'aqui)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Brindes


Há uns bons anos fui a uma reunião de uma empresa de prospecção de mercado ... um momento, que a porra do telemóvel está a tocar ... (despachado). De vez em quando 'convidam-me' e eu lá vou. Um vale de 35,00 euros, para gastar no Continente, por 2 horas da minha vida para dizer o que penso (e para me rir baixinho de alguns trengos que lá caem de pára-quedas) vale sempre a pena. Como dizia, fui a esta reunião que, desta vez, pretendia 'auscultar' a opinião de consumidores de revistas (creio que o estudo tinha sido encomendado pela revista Máxima). Resumindo: queriam ideias para vender mais a revista.
Não me fiz rogada. Fui uma das que disse que por exemplo deveriam usar pessoas 'comuns' para as capas da revista, ou pelo menos pessoas 'mais acessíveis' dado que a mulher 'normal' (a working mom com algum ainda poder de compra) não se revia nas super-modelos das capas e coisa e tal. Entretanto, noto que quem pratica esta ideia é Revista Activa ... Fui também uma das defensoras de que deveriam oferecer um brinde com a revista. Prática, entretanto, transversal a todas as revistas, alguns jornais e afins. Escusado será dizer que quem mais partido disto tira são as revistas destinadas aos putos e pré-adolescentes. Ele é brinquedinhos, pulseiras, brincos, batons, sombra para os olhos, biquinis, écharpes, cintos, vales de desconto, etc. Quanto às revistas para adultos, temos a oferta de filmes, livros de bolso, carteiras e todo um manancial de merdices que uma mulher acha indispensáveis e a que não consegue resistir. Eu não consigo. Quer dizer, não conseguia. Há uns tempos tive de dizer 'Basta' porque dei por mim com uma série de carteiras foleiras lá em casa que não servem para nada.
É claro que estarei na disposição de rever esta decisão quando as malfadadas revistas 'mudarem' os brindes, visto que os que oferecem já deram o que tinham a dar. A bosta das equipas de marketing das editoras ainda não se aperceberam deste fenómeno, pelos vistos. Será que é muito difícil pensar em alternativas?
Deixo aqui 3 ideias (grátis, grátis).
Que tal oferecerem como brinde um bilhete de lotaria?
Tenho outra ainda melhor: e que tal rifas para um encontro e jantar (e o resto é bónus) com umas figuras públicas da nossa praça. Assim, de repente, estou a lembrar-me do Nuno Lopes (eu acho que ele não se importava) ou o Diogo Infante? Hein?
E uma fotografia de nu integral autografada por esse puto novo que anda aí e que tem uma cabeça muito madura ... O Isaac Costureiro. Hã?

Pronto. Era isto.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Depois do sexo

E tu, que dizes?

Fixe! Outra vez?
Fiquei com fome. Vai uma piza?
Onde é que está a porra do comando da televisão?
'Mor (foda-se!) preferes casar em Setembro ou em Maio?
Não foi incrivelmente fantástico? (a olhar-se ao espelho)
Ai, agora tenho de lavar os lençóis.
Eu gostei se tu também tiveres gostado.
o que pesa
Talvez fosse boa ideia desamarrar-te agora não?
o que não consegue deixar de ferrar
Não me telefones, querido/a. Eu telefono-te.
meio homem, meio bicho
Tem cartão de visitas?
mas afinal que bicho é este
Agora vamos tentar sem roupas.
só mete água
Humm, como é que te chamas mesmo?

Sou uma leoa


imagem roubada ao blogue de Fernando Santos Dantas

ou como diria o Bruno Sena Martins

Blogspot: "Quem pode saber que tu és um narcisista?"
Blogger: "Toda a gente"
E tu, já montaste a árvore de Natal?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

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Ela sorriu, ele foi atrás …

Quem seduz quem? Eis a questão!

Uns são de opinião de que são as mulheres. Outros, de que são os homens. Eu acho que nem uns nem outros têm razão. Apenas existem sedutores e seduzidos. Umas vezes seduzimos, outras vezes somos seduzidos. Ao contrário do que por vezes se pensa, a sedução entre 2 pessoas (ou mais), não acontece espontaneamente. Não há pessoas sedutoras a tempo inteiro. Há pessoas que decidem seduzir ou não. A sedução pressupõe um objectivo e um esforço no sentido de o atingir. Apenas quando nos predispomos a seduzir é que nos tornamos sedutores. Assim como quando temos fome. Sim, só quando temos fome, é que buscamos comida, não é? Não estamos sempre com fome, pois não? E estou a falar mesmo de comida … Portanto, seduzir requer algum trabalho. E agora dizem-me: pois, tá-se tão a ver que quem seduz são as mulheres … Será? Sim, são as mulheres que gastam carradas de dinheiro em vestidos decotados, em minissaias da moda, em sapatos e botas xpto, em maquilhagem, em perfumes …Que passam 2-3 horas (eu não) a arranjar-se em frente ao espelho … E para quê? Para seduzir. Óbvio.

E os homens? Aos homens cabe a parte mais complicada. Quando seduzidos por uma mulher – correcção – o seduzido que avançar mais depressa, torna-se automaticamente no sedutor. O papel de sedutor transfere-se imediatamente para o homem. Será ele agora quem tem de se esforçar para manter a atenção da mulher.
É fodido, não é?

(desculpem-me o exemplo heterossexual, mas ... é onde me revejo)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Nostalgia


Lembro-me de estar sentada no café da estação de Brugge, a beber um chocolate quente (numa chávena linda - este pormenor é importante) e sentir: estou tão bem aqui! Sei que não vai durar muito e que tenho um comboio para apanhar, mas até lá ... vou apenas olhar para a porta do café e ver gente a entrar e a sair. Que paz!


Gostava que todos os sítios fossem assim ... movimentados e calmantes ao mesmo tempo.


Gostava de ...


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

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Não é uma questão de não querer amar ...
É uma questão de não deixar amar ...

(deslocou-se do occipital para o frontal assim de repente. isto faz sentido?)





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Introducing Mondrian



Pois é. As coisas simples são difíceis de conseguir.

Quantas vezes procuramos uma solução para um problema e afinal a solução sempre esteve lá. Mas o cérebro está tão embotado que há que o esvaziar das merdas desnecessárias para que a solução deixe de estar encostada ao occipital e mover-se até ao frontal.

Depois ...

Eureka! (geralmente na casa-de-banho).

Amén

in Nota de Imprensa de Rynair de 10 Dezembro 2009

"Mais de 6.000 calendários vendidos, só restam 5.000
A Ryanair, a favorita mundial entre as companhias aéreas, confirmou hoje (10 de Dezembro) que só restam 5.000 cópias do seu Calendário de Caridade 2010 das Hospedeiras da Ryanair, uma vez que os “Alemães Generosos” ficaram com um terço dos mais de 6000* calendários vendidos até agora. O sensual calendário provou, uma vez mais, ser extremamente popular tendo até sido “abençoado” pelos residentes da Cidade do Vaticano que já encomendaram mais de 30 cópias."

(deve ter sido gralha - devem ser 60.000)

A minha questão: onde é que eles vão pendurar a merda dos calendários?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A sério, eu não sei como é que venho parar a sítios como este!
Noooooooooo!

Seriously?
O mundo inteiro é um palco,
e todos os homens e todas as mulheres são apenas actores.

- William Shakespeare

Lindo, não é? Lindo o car...

O gajo, perdão, o Senhor Gajo que escreve as peças de teatro para o mundo anda a gozar connosco, o cabrão! Ainda não tinham percebido?

É que o gajo, ... Senhor Gajo, não escreve as didascálias de propósito - para nos pôr a todos aos encontrões ...

F...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


E se fossemos todos belos e formosos como Adónis e Afrodite, seriam a paixão e o tesão diferentes?
Apaixonar-nos-iamos com a mais facilidade e/ou dificuldade?
Trairíamos com a mesma facilidade?

Talvez. Sim.

Há 4 sentidos enganadores.
Apenas 1 deles é lúcido. Aquele que à partida e virtualmente ganha todos os jogos jogados.

Só assim se explica porque estaco à passagem de um desconhecido que me faz voltar a cabeça.

Só assim se explica a imediata empatia e perfeito entendimento com um gajo com quem me cruzo na rua.

Só assim se explica porque numa festa o meu olhar recai sobre determinada vulto de quem ainda não vi a cara e nem percebi o corpo.

Só assim se explica porque é que entre 2 sorrisos genuínos, um me pareça mais genuíno que o outro.

Só assim se explica porque não sinto tesão por aquele moreno lindo com 1,88 e com uma envergadura de quase 2 metros.

Só assim se explica o ímpeto que me assola e me empurra na direcção daquele tipo com ar sinistro.

Só assim se explica a vontade de estar ao lado daquele gajo nada especial que conheço há 10 segundos e com quem ainda não troquei uma palavra.



(Infelizmente os outros 4 são manipuladores e aniquilam o sentido lúcido a maior parte das vezes)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Apetecia-me um Cryrano ... mas, todos eles têm o nariz igual e ... diferente ao mesmo tempo! Assim é difícil ... Enquanto isso ... bom ...

(-Jarbas, chegue-me aí uma caixinha, por favor!)
(-De quantos, minha senhora?)

Para aquecer o fim-de-semana ...


Foto roubada à Gina.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Reflexão

Julgas tu que me importa
Quando passas sem me olhar
Lembra-me logo o ditado
Quem desdenha quer comprar

- Florbela Espanca (acho; pois! devia ter a certeza, mas não tenho ...)
(não é gaja que grame muito - ai, coitadinha de mim! - mas gramo à brava esta singela quadra)

Ser objecto de desdém por parte de alguém é um dos maiores elogios que se pode receber.

Porque?

Desdenhar não é desprezar.
Desdenhar não é humilhar.
Desdenhar não é indiferença.

Desdenhar é querer desprezar
Desdenhar é querer humilhar
Desdenhar é querer ser indiferente

... e não conseguir!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Porque raio é que as mulheres tentam mudar o homem que amam (ou que supostamente amam)?

A verdade é que as mulheres tentam mudar tudo o que as rodeia. Desconfio mesmo que é intrínseco à personalidade das mulheres. Têm este espírito reformador. Para uma mulher nada está bem como está. Fica bem, quando ela lhe dá ‘aquele’ toque. O seu toque pessoal. Sim, estava bem, pensará, mas com o seu ‘toque ficará melhor. E se tão depressa pensa, mais depressa meterá mãos à obra. A mulher gosta de ter a coisa a seu jeito. Gosta de personalizar a coisa. Gosta de deixar a sua marca na coisa. Gosta que se veja a coisa e se saiba ou perceba que a coisa tem o seu toque. Imprimindo o seu ‘toque’ na coisa, a coisa fica a pertencer-lhe um bocadinho. Gosta de dar o seu ‘toque’ à coisa para que a coisa seja mais admirada ainda pelos outros. Que é que se há-de fazer? A mulher é assim com tudo. Gosta de apropriar-se de coisas. Gosta que as suas coisas sejam melhores que as coisas dos outros e das outras. Não pretende, ao contrário do homem, ser a melhor. O que ela pretende é que as suas coisas sejam melhores.

Os homens não sendo ‘a coisa’ ou coisas, não escapam, infelizmente, a esta vontade da mulher em metarmofosear tudo o que lhe aparece à frente. Aliás, os homens são os que mais sofrem, porque não sendo coisas inanimadas, ao verem-se perante tal imperativo, afastam-se. Afastam-se porque têm também vontades. Têm vontade de usar aquela camisola rota mas que é tão confortável. Têm vontade de sair com aquele amigo que gosta de beber além da conta. Têm vontade de se estirar na cama ou no sofá a ver aquele jogo decisivo. Têm vontade de ir àquele jantar de gajos apenas. Têm vontade de fumar um cigarro. Têm vontade de foder assim ou assado. Têm vontade de uma loucura. Têm vontade de não ter vontade, sem interrogatórios.

Os homens não são bonecos de plasticina. Não são moldáveis.

Os homens não são barbies a quem se pode pode vestir o que ser quer. A quem se pode abandonar num canto qualquer e ir buscar quando se não se tem mais ninguém com quem brincar ou então apenas para fazer inveja às amigas. Os homens não são acessórios como os kens.

Gals, o recado é mesmo para vocês. Depois não digam que não avisei.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Toalhas

Por vezes, gostava de perguntar, assim no meio das conversas dos meus primeiros encontros, a pergunta que aqui ponho mais abaixo. Não o faço, naturalmente. Não quero que pensem que sou maluca. Pelo menos assim tão depressa, não.
- E tu, como arrumas as toalhas?
Sei que pouparia uma data de tempo. E de equívocos.
Eu, por exemplo, mantenho um móvel no hall dos quartos, onde guardo os lençóis, pijamas e afins e as toalhas de banho – roupa de cama, o que lhes costumo chamar. Duas gavetas para os lençóis. Uma gaveta para os pijamas e afins (négligés). As restantes para as toalhas. Pode dizer-se, portanto, que a roupa de cama tem o seu lugarzinho especial em minha casa. Depois de lavadinha, e bem engomadinha (com vapor a sair dos ferros poderosos da Engomadoria da D. Laurinda) volta para casa à espera da sua próxima vez. Enquanto isso aguardam nas respectivas gavetinhas. Como? Os lencóis ... lençol de cima com lençol de baixo, mais duas fronhas e ei-los! engavetadinhos. Pacífico. Os pijamas e négligés, engavetados são. E as toalhas? Ora , eu tenho muitos (vários, alguns, pronto!) conjuntos de toalhas. Alguns deles são compostos por duas toalhas de rosto, duas toalhas de bidé – que não ponho lá – paneleirice!) e duas toalhas grandes (a que algumas pessoas chamam detestavelmente toalhões). Tenho outros conjuntos mais pequenos de apenas duas toalhas de rosto e uma toalha grande. Infelizmente, conjuntos com toalhinhas de pés, nicles! E eu que aprecio tanto aquelas toalhinhas mais durinhas que as restantes. Bom, como dizia tenho conjuntos de todos os tamanhos: 2+2+1, 2+1+1, 1+1+1 etc . E agora assim de repente, pareceu-me que os conjuntos de toalhas e o futebol tinham tácticas em comum eheh. Estes meus conjuntos apresentam-se também em variados tamanhos e cores. Depois há as toalhas desgarradas (apeteceu-me chamar-lhes assim). As que não pertencem a conjunto nenhum. Entre estas, as tais toalhas de pés. As minhas preferidas.
Como arrumo eu os conjuntos das minhas toalhas?
Respondo.
As toalhas grandes, numa gaveta. As toalhas de rosto e as mais pequeninas noutra. Conforme vou trazendo da Engomadoria da D. Laurinda, conforme encontram o seu cantinho na gaveta. Arrumar os conjuntos conjuntadinhos? Era o que mais faltava … não é nada prático. Se ponho os conjuntos por cores degradé? ahahahahahahahahahahahah
Se eu pudesse perguntar (sem parecer maluca) ao gajo que me quer comer, como arruma as toalhas, pouparia uma data de tempo até descobrir o quão paranóico é.
Se eu pudesse perguntar (sem parecer maluca) ao gajo que me quer comer, como é que ele arruma as toalhas e ele me respondesse – Que engraçado falares nisso. Eu arrumo as maiores numa gaveta e as mais pequenas noutra. É mais prático. Enfio-as para lá. Têm é de caber todas. E tu?
– Eu também!
– Mas tenho um amigo que as arruma por cores – degradé. E às vezes penso que ele é um bocado maluco.

(eu ria-me, e estava comida!)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Mas porque raio vou eu falar do casamento, essa instituição barroca? Porque eu gosto de ajudar toda a gente. Não sou esquisita.

Tem-se como ideia corrente de que são as mulheres querem muito casar e de que os homens fogem a sete pés do casamento não é? Nada mais errado.
Antes de avançar tenho de aqui parafrasear a minha irmã. Foi a partir do que ela disse que eu me detive a pensar um pouco no assunto. O que ela disse foi isto:
- São os homens que querem casar.
(aparte - a minha irmã costuma dizer que tem um bom marido porque ele ajuda-a muito lá em casa. Quando ela me diz isto, eu rio-me. Ela manda-me à merda).
Ao ouvi-la dizer aquilo ... de que são os homens que querem casar, pus-me a pensar e ... Foda-se! é mesmo!
Porque é que são os homens que mais querem casar e não as mulheres, como normalmente se costuma pensar?
Agora que começaram a pensar no assunto, quando leram a afirmaçãozinha da minha irmã lá em cima, devem ter começado entretanto a entrever também uma explicaçãozinha, não?
A maioria dos homens quer casar, porque a maioria dos homens ainda não consegue viver numa casa, sozinhos. Não consegue viver sem que alguém lhes tome conta da roupinha, lhes faça a comidinha, lhes dê miminhos quando estão doentes e quando não estão doentes.
Não?! Não é por isto que a maioria dos homens casa?
Então porque é que há ainda tantos gajos a ganhar bem e a viver em casa dos pais? (E que não ganhassem bem!)
Mais uma vez a culpa disto dos homens quererem casar por estas razões é das mulheres. E continuará a ser enquanto a maioria das mulheres não deixar de mimar os seus filhinhos pequenininhos quiduchinhos. Foram educadas assim pelas mães delas. As filhas ficavam em casa para aprenderem os mistérios da lida da casa para quando tivessem a sua própria casa estarem na posse de todos os segredos para satisfazer o maridinho, enquanto os filhos iam trabalhar (no duro) para ganharem dinheiro e sentido de responsabilidade para quando fosse a vez de eles constituírem a sua própria família, serem uns verdadeiros homens. Era tão simples quando era assim, não era? (ah ah ah ah)

Os homens querem também casar para não se darem ao trabalho de sacar uma gajas. Em suma, querem casar para continuarem a levar a vida que sempre tiveram, com o valor acrescido das fodas profilácticas - a foda profiláctica é simultanemente a foda necessária para se manter são mentalmente e a foda com uma mulher que só fode com ele (portanto, nada de comparações ou ego posto em causa).

Esquecia-me ... casam também para deixar descendência.

Eu compreendo-os. Na boa. Eu se fosse homem faria a mesma coisa. O que eu não compreendo é que a maioria das mulheres continue a querer casar sabendo que os maridos as vão ajudar muito lá em casa. Iludindo-se com o facto de que os maridos serão fiéis. Iludindo-se com o facto de que nunca se divorciarão delas (divorciam-se claro se arranjarem outra melhor. Caso contrário não se divorciam).

Em conclusão: os homens só fogem a sete pés do casamento enquanto não encontram a tal que ele julgue que será uma excelente dona de casa e mãe de família e ah! que não o faça passar vergonhas diante da família dele e dos amigos dele.

Portanto, aqui para as minhas amigas que vêm cá de vez em quando e que ainda estão com essa ideia do casamento (se pensarem um bocadinho deixam-se dessa merda, mas disso falarei mais adiante, se estiver praí virada) já sabem o que têm de fazer: têm de portar-se bem. Pelo menos com a vít.. , com o homem dos vossos sonhos. Quando não estiverem com ele, podem ser umas grandes malucas, dormirem com todos os gajos que vos soprarem a conversa do bandido ao ouvido (claro que não podem ser amigos ou conhecidos da vít ... o homem dos vossos sonhos), caso contrário não há casamento para ninguém. Ah e claro, depois de casadas, têm de acabar com as maluqueiras. Não, não é possível manter a maluqueira. Em parte é também por isso que muitos homens casam muito tarde. É que a maluqueira é um vício que custa a largar.

Desculpem-me homens abrir assim o jogo, mas ...

De qualquer forma, não me parece que saiam prejudicados com esta "grande revelação".

Pronto, lá vou eu ser apelidada de feminista e não sei o que raio mais. Digo-vos: não confundam a merda do texto com um ataque aos homens. Eu gosto de homens, aliás, eu adoro homens, portanto, como é que raio posso eu atacar os homens, digam lá?

Sim sim, a Mensagem ... 75 anos e tal ...

[Carta a Ophélia Queiroz - 9 Out. 1929]
9.10.1929

Terrível Bebé:

Gosto das suas cartas, que são meiguinhas, e também gosto de si, que é meiguinha também. E é bombom, e é vespa, e é mel, que é das abelhas e não das vespas, e tudo está certo, e o Bebé deve escrever-me sempre, mesmo que eu não escreva, que é sempre, e eu estou triste, e sou maluco, e ninguém gosta de mim, e também porque é que havia de gostar, e isso mesmo, e torna tudo ao princípio, e parece-me que ainda lhe telefono hoje, e gostava de lhe dar um beijo na boca, com exactidão e gulodice e comer-lhe a boca e comer os beijinhos que tivesse lá escondidos e encostar-me ao seu ombro e escorregar para a ternura dos pombinhos, e pedir-lhe desculpa, e a desculpa ser a fingir, e tornar muitas vezes, e ponto final até recomeçar, e porque é que a Ophelinha gosta de um meliante e de um cevado e de um javardo e de um indivíduo com ventas de contador de gaz e expressão geral de não estar ali mas na pia da casa ao lado, e exactamente, e enfim, e vou acabar porque estou doido, e estive sempre, e é de nascença, que é como quem diz desde que nasci, e eu gostava que a Bebé fosse uma boneca minha, e eu fazia como uma criança, despia-a, e o papel acaba aqui mesmo, e isto parece impossível ser escrito por um ente humano, mas é escrito por mim

Fernando

Belo exemplar de sacana dos Anos 20 hein?

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

- Arnaldo Jabor, excerto da Crônica do Amor (aqui)

(Nota do blogger (eheh): "... batendo a porta" significa aqui 'batendo à porta" e não "saindo").

Não consigo deixar de transcrever. É bom demais!

Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem amenor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Gostaram?
Claro que gostaram.

Inquietação

Confesso-vos

que

estou a ficar inquieta.

Já é o 2.º gajo que me diz que se sente muito à vontade ao pé de mim. Dizem eles que se sentem à vontade porque quando estão comigo é como se estivessem com ... um homem. Imagino que o que queiram dizer é que lhes saiu por uma vez a sorte grande - o tal 2 em 1: gaja a pensar como gajo mas com mamas e vagina.

Agora o que me preocupa - será que sou/estou assim pelo facto de ser a única gaja numa equipa que tem mais 10 gajos?

O que me deprime: será que se eu trabalhasse com mulheres apenas, seria uma dessas pindéricas, destestáveis que só sabem falar dos filhos e dos maridos e do que têm de fazer logo à noite ao jantar e ai viste a telenovela, ai meu deus e o que raio?

Merda!

Cenas do dia-a-dia


Um tipo decide vender um carro e, como é usual*, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50 kms/hora. Entretanto, o telemóvel toca.

- Bom-dia! Fala de uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da GNR e estamos atrás de si. O senhor não sabe que é proibido pegar no telemóvel e atender enquanto conduz? Encoste, p.f..

(aparte - *Parolos! Vocês comprariam um carro com um sinal de vende-se no vidro a um completo desconhecido?)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O que eu procuro?


Também eu andava iludida à procura do caldeirão de ouro no fim do arco-iris ... Sabes o que é um arco-iris?

Gente Feliz

Claro que têm espelho em casa. Toda a gente tem espelho em casa.

Admiro este pessoal. Assim, sem medos. São assim uma espécie de Saramago - versão estou a foder-me para o que pensam do meu sentido estético. Sou assim, e pronto. Não gostam, não comam*. SOU FELIZ!
*Há sempre quem coma. Eu pensava que não (e estava a ser estúpida e preconceituosa). Mas o Francis fez-me pensar.



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O amor

Pronto, vou falar de amor e de sentimentos e dessa treta toda. E de porque é que se tem como instituído que os gajos só querem sexo e que o que as gajas querem é amor.
Meus amores, os gajos não querem só sexo. Os gajos querem também amar. Um gajo não está é para amar uma gaja que não o ama com a mesma intensidade com que ele a ama a ela (sim, porque uma gajo quando ama, é de uma melguice foda-se!). Portanto, o gajo não quer sofrer, o cabrão!, e faz muito bem. Porquê? Porque eles sabem lá no fundo que as gajas podem amar qualquer homem, sim, qualquer um. Desde que seja gajo e pronto, lá estão elas a amar. Ora um gajo não quer ser qualquer um. O gajo quer ser o gajo que é 'o tal', o gajo quer ser o gajo especial. Isto é mais simples de compreender se eu puser a coisa assim: numa desilusão amorosa, quanto tempo leva um gajo a recuperar hein? uns 6 meses praí (incuindo a parte dos 3 meses sem sair de casa) e/ou come tudo o que é rata durante a semana subsequente; e uma gaja? Uma gaja chora compulsiva e continuadamente praí umas 2 semanas e depois bute, bora, tá a andar.
Vá, minhas amigas, não digam que os gajos não têm sentimentos só porque o que querem de vocês é apenas uma foda. Não digam que eles não querem compromisso. Não é verdade. Eles querem. Mas já viram se eles se comprometessem com todas as gajas que comem? O suicídio masculino aumentava em flecha e, mais grave, o número de homicídas também. Portanto, não podem, a bem da sanidade mental deles. Tá compreendido? Agora, toca a ser mais benevolentes, dar mais miminhos (não, e não é telefonar-lhes a cada 5 minutos, foda-se! que isso não se aguenta), dar-lhes muito prazer (sim, procurá-los para fazer sexo - nada de ficar à espera que um gajo queira sexo) e fazê-los sentir que são o 'Special one'. É claro que isto não adianta nada se eles não sentirem o 'tal je ne sais quoi' por vocês. Se não for o caso, minhas amigas, andar que se faz tarde.
Miúdas, têm de ter paciência. Estes gajos ainda foram educados por mães superprotectoras que fazem tudo pelos seus ai-jesus. Eles não têm culpa de serem assim egoístas. E não, não vão aprender agora a serem diferentes. Tirem daí o cavalinho da chuva.
Gajos, pá, vocês também têm de dar um desconto às gajas. Elas cresceram a ouvir a história da Cinderela e 'casaram e foram felizes para sempre e essa treta toda'. Elas pensam que quando crescem, também vai ser assim, sempre tudo cor-de-rosa. Elas não sabem que os princípes também dão traques. E que nem sempre estão com paciência para dançar em bailes. Ah, gajos, vocês têm também de largar essa ideia que têm de ser os guerreiros e tal que têm de estar sempre a postos para defender a dama e coisa e tal (gajas, já agora, vocês têm de se deixar desta treta de esperar que o homem é sempre muita forte e protector e não sei que mais - eles são simples homens - olha aí a pressão!).

Pá, agora tirem ou não tirem as conclusões que quiserem. Podia continuar, mas não me apetece mais. Já estou enjoada de falar do assunto. Que isto de estar sempre a falar do amor e sentimentos e esss treta toda também enjoa. De resto, o amor é para sentir e fazer e não é para ser falado.

(ai, o meu 2.º post só de letras - sem foto)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A propósito do Paris do Bom Sacana


Eu sou mulher, gosto de homens, mas sei apreciar e reconhecer sensualidade nas mulheres.
Aqui está uma dessas ... sensuais.

(não sei como é que tu Pulha te vais de lembrar de Paris de França, tendo o Paris, Texas ...)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma hora da tarde? Vou almoçar.

Descoberto e roubado daqui, enquanto pesquisava 'ângulo de erecção do pénis'. Obrigada Henrique!

Fora as partes lamechas, dá vontade de ir à casa-de-banho (dá, dá!).

"Frazão e Débora se conheceram em Barretos, ainda no segundo grau e foi amor à primeira vista. No entanto, os dois encaravam o amor de maneira completamente diferente. Para Frazão, amor era uma coisa e sexo era outra. Ele amava perdidamente Débora, mas não abriria mão de sexo com outras mulheres, pois, afinal de contas, sexo era quase como um esporte para ele. Já para Débora, o amor representava fidelidade total ao ser amado, principalmente quando o assunto era sexo.Apesar de tudo, os dois engrenaram um namoro depois um noivado que juntos duraram seis anos e acabou em casamento a mais ou menos dez. Débora sempre foi uma garota muito bonita, a sua simples presença fazia com que homens e mulheres reparassem nela, o que enchia Frazão de orgulho. Ele adorava exibi-la em festas e eventos. Incentivava para que ela se vestisse de forma muito sexy e era fácil perceber que ele sentia prazer quando outros homens olhavam com desejo para sua mulher. Débora sempre fora uma garota muito reservada, não se sentia bem quando percebia ser o centro das atenções. Apesar de gostar de se vestir bem, usava roupas mais ousadas apenas depois de Frazão muito insistir com ela. Frazão, por sua vez, sempre foi muito extrovertido, se enturmava com muita facilidade, tinha uma lábia invejável e sempre que podia usava este arsenal a seu favor, no sentido de obter novas conquistas amorosas.Débora no começo brigara muito, primeiro com seu namorado, noivo e finalmente marido, mas acabou por optar em fazer vistas grossas para a conduta do companheiro. Talvez por cansaço ou porque acabou se conformando com o fato de que ele nunca mudaria. Pensou algumas vezes em traí-lo, mas nunca teve coragem. Chegou até a flertar algumas vezes, oportunidades não faltaram, mas ela era realmente apaixonada por Frazão e preferiu se manter fiel ao canalha, pois tirando as eventuais escapadas do marido, em busca de algum rabo de saia, em todos os outros critérios ele era impecável com ela. Nunca deixa faltar nada em casa, era carinhoso e na cama eles sempre se deram muito bem.
Foi a mais ou menos três anos que Frazão comprou um computador e começou a acompanhar alguns sites de relacionamentos, principalmente os que eram especializados em swing. O que mais o agradou foi um site carioca intitulado “Fantasia para Casais”. Aos poucos, aquele site tornou-se uma pequena obsessão para ele. Chegava a acessar pelo menos duas vezes ao dia. Chamava Débora e mostrava as fotos do casal e dos casais amigos, quase sempre em poses que exibiam a nudez parcial ou total daquelas pessoas, além de também exibirem fotos de sexo grupal, que envolviam dois ou mais casais. De apenas acompanhar vendo as fotos e lendo os relatos, para começar a se corresponder com eles foi um pulo. Débora não estava gostando nada daquilo, mas começou a perceber que, desde que começara com aquela brincadeira as suas saídas com outras mulheres também haviam diminuído, quase até cessarem. Como aquilo de certa forma acalmara o marido, ela até entrou na brincadeira, lia as postagens e até se divertia, pois até que eram bem escritas, com uma boa carga de humor e uma dose de erotismo que às vezes até a deixam excitada. Frazão ficou sócio e mediante o pagamento de uma pequena mensalidade tinha acesso a todas as fotos das festas realizadas, ora na casa de um, ora na casa de outros do grupo.
Foi então que certo dia Frazão propôs à Débora fazerem algumas fotos para o site. Débora prontamente se recusou, disse que aquilo era um absurdo, mas como o poder de persuasão de Frazão era irresistível, Débora acabou cedendo, mas com a condição de que os rostos não fossem mostrados. Ele primeiro tirou algumas fotos de Débora. Uma semana antes pedira para ela tomar muito sol a fim de se bronzear e deixar a marquinha do biquíni bem evidente. Pediu também para que ela desse um trato especial nos pelos pubianos aloirados, que foram muito bem aparados a fim de deixar as fotos irresistíveis, como dizia ele. Ele também tratou de fazer regime e voltou a malhar para sair mais apresentável nas fotos. No entanto, as fotos em que apareciam juntos não ficaram muito boas e então ele propôs contratar uma fotógrafa amiga de Débora para apresentarem fotos de melhor qualidade.. Débora novamente relutou e ele teve que novamente convencê-la, até que, finalmente, ela mais uma vez cedeu às vontades dele.Quando se sentiram em condições para encarar o desafio chamaram a tal amiga de Débora, Nádia. Nádia já fizera alguns trabalhos fotográficos, inclusive nus. Eles ofereceram a ela um bom dinheiro para fotografá-los enquanto faziam sexo. Foram até um motel e após dez minutos Débora deixou a timidez de lado e transaram de todas as maneiras possíveis, exploraram todas as variáveis possíveis para um homem e uma mulher e tudo ia sendo registrado pela fotógrafa, que algumas vezes chegou a ficar corada com tamanha desenvoltura do casal. Para eles transar aos olhos de uma lente fotográfica era realmente muito excitante.Duas horas depois, exaustos de tanto gozar e com quase 800 fotos no cartão de memória da máquina, muitas delas repetidas, é verdade, mas com material suficiente para editar e remeter para a sessão intitulada convidados do site. Trataram de selecionar as dez melhores, ocultar os rostos e postar o material para os amigos cariocas. Apesar de não mostrarem os rostos, isso não impediu que os novos amigos ficassem interessadíssimos em conhecer pessoalmente o casal do interior de São Paulo, principalmente Débora que acabou levando o título de melhor convidada do Mês.
Débora ficara envaidecida com o título ofertado a ela, mas foi Frazão que ficou mais envaidecido. Queria a todo custo ir até o Rio para conhecer pessoalmente os novos amigos.Mais uma vez não foi fácil convencer Débora e após três longos meses de negociações, primeiro entre Débora e Frazão, depois com a turma do Rio, praticamente implorando para ela aceitar o convite, principalmente o casal que produzia o site, ela finalmente concordou em participar de um evento que ocorreria no sítio do casal carioca, em Angra dos Reis. Frazão chegou a perder as esperanças de convencer Débora a ir à festa, tentou por mais de dois meses e nada dela aceitar. Neste espaço de tempo três outras festas ocorreram e Débora percebeu que as fotos postadas das festas no sítio eram menos explicitas e muito mais comportadas se comparadas com as festas da cidade. Foi então que ela manteve contato, primeiro através do MSN, depois pelo telefone com Amanda, mulher de Marcelo, que editava e colocava o site na rede. Amanda lhe dissera que as festas no sítio eram muito mais família, pois às vezes tinham que convidar algumas pessoas que não sabiam das práticas do grupo e que em Angra quase nunca rolava nada, seria apenas um churrasco com cerveja, praia e muita diversão. O encontro seria apenas para se conhecerem melhor. Foi assim que Débora finalmente cedeu e acabaram acertando que iriam para o próximo churrasco, que seria dali a duas semanas.Para Frazão estas duas semanas foram dois anos, mas para Débora, dois dias. O incrível era como ambos encaravam de maneira diferente aquela oportunidade de conhecer aquelas pessoas. Para Frazão, era a oportunidade ideal para vivenciar algo que nunca experimentara antes, sexo grupal. Já para Débora, toda vez que pensava no assunto sentia uma desconfortável dor de estômago e por vezes se arrependia por ter deixado aquilo tudo aquilo ter ido tão longe.
Tarde noite de sexta-feira, a previsão para o dia seguinte no estado do Rio de Janeiro era de sol e muito calor. O casal saiu de Barretos por volta das 20:00 hrs. Seria uma viagem de mais ou menos 900 Km. Partiram a bordo da caminhonete importada do irmão de Frazão, que gentilmente cedeu o carro para a viagem. Disseram que iriam passar um final de semana em Angra dos Reis, uma segunda lua de mel. Seriam mais ou menos doze horas de viagem e deveriam chegar lá por volta das 8:00 do dia seguinte. Frazão não se cabia de contentamento e Débora parecia estar indo para a guerra, tamanho era o seu desânimo. Ela não era de se abrir e não comentara com ninguém sobre a viagem. Remoera sozinha durante aquele tempo todo a angústia que aquilo lhe causava. Entrou no carro, tomou um dramin e finalmente partiram. Recostou-se no banco, pegou um cobertor e o jogou sobre si. Viu quando pegaram o trevo, acessaram a estrada e foi só. Pegou no sono e só acordou quando os primeiros raios de sol bateram em seu rosto.- A bela adormecida finalmente acordou. Exclamou Frazão.- Não sou a bela adormecida, seu bobo. Se eu fosse ela, só despertaria com o beijo de um príncipe.- Pois foi não um príncipe, mas o Rei Sol que acabou de lhe tascar um beijasso, não percebeu meu amor. Olhe que dia maravilhoso que se anuncia.- Pois eu preferia que chovesse, talvez você mudasse de idéia e daria meia volta.- Nada disso amor, o dia será maravilhoso, o final de semana será inesquecível.- É, Frazão, disso eu não duvido.
Chegaram por volta das nove horas, pois tiveram certa dificuldade para achar o local. Frazão ligou no celular de Marcelo e este foi lhe explicando o caminho. Ao chegar foram recebidos com muita festa, até parecia que já se conheciam. No pequeno sítio estavam apenas quatro casais, todos em volta da piscina. Duas das mulheres aproveitavam o belo dia e tomavam sol apenas com a parte de cima do biquíni. Frazão ficou encantado com tudo que viu, a casa, a piscina e principalmente as mulheres. A reação de todos também não foi diferente com relação a eles, acharam Frasão muito simpático e sociável e quanto a Débora os homens e até algumas das mulheres ficaram encantados com sua beleza. Amanda e Marcelo se mostraram anfitriões muito amáveis e simpáticos, mostraram a casa toda a eles, uma enorme casa por sinal. Dois andares, que abrigavam muitos quartos na parte de cima e uma ampla sala, cozinha e um salão de jogos muito bem equipado na parte de baixo. A casa possuía seis quartos, quatro deles com suítes, todas com hidromassagem.Frazão e Débora foram acomodados em uma das suítes. Tomaram um banho rápido e colocaram suas roupas de banho. Frazão fez questão que Débora exibisse o seu biquíni mais provocante. Quando desceram, ela estava simplesmente exuberante. Todos os presentes não puderam conter o impacto causado por Débora, tanto os homens como as mulheres praticamente a comeram com os olhos. Frazão não se cabia em si de tanta satisfação. Bebericou uma cerveja aqui, uma batida ali e logo já estava muito mais sociável do que de costume. As mulheres se encarregaram de deixá-lo mais alegre ainda, pois começaram a se insinuar para ele, num delicioso jogo de sedução. Amanda por sua vez tratou de dar mais atenção à Débora, pois percebeu que esta estava um pouco encabulada e também um pouco envergonhada com a atitude do marido perante as outras mulheres. Talvez tenha sido por isso que Débora, que nunca foi de beber, acabou aceitando as batidas oferecidas por Amanda e Marcelo.Num dado momento Marcelo e Amanda chamaram Débora para pegar mais algumas bebidas no interior da casa. Lá dentro, a primeira investida partiu de Amanda que aproveitou a distração de Débora para se chegar por trás e roçar os lábios no pescoço de Débora, que tomou um susto.- Nossa Débora, como você é arisca.- Peço desculpas, você me assustou.- Como assim, você se assusta com mulheres?- Não, eu apenas não estou acostumada com isso.O casal percebeu que Débora estava visivelmente constrangida com a situação e resolveu pegar mais leve com ela. Apenas pegaram as bebidas e saíram novamente.Lá fora, Frazão aproveitava de todas as formas a estadia. Uma das mulheres que estava sem a parte de cima do biquíni bebia a seu lado num sofá grande. Ele bebia um gole de batida e em seguida passava a língua de leve em um dos seios da mulher e assim que o fazia pedia desculpas para o marido dela que a esta altura já estava atracado com a esposa de outro. Débora percebeu que o clima ali só esquentaria mais e mais e resolveu tentar se soltar um pouco entornando as batidas que ora Marcelo, ora Amanda lhe ofereciam.Por volta de meio dia, Frazão já tinha comido, bebido, beijado e o cansaço da noite passada ao volante começou a fazer efeito. Foi então que se recostou num sofá grande na enorme varanda que era sombreada por uma imensa árvore e ali, poucos momentos depois, adormeceu.
Quando acordou sua cabeça doía. Não ouvia nada, apenas o barulho do mar. Onde estariam todos? Devo ter dormido por quase uma hora, pensou. Ainda ficou por ali por mais ou menos dez minutos, até que ouviu um barulho num dos carros na garagem coberta. Levantou-se e foi até lá. Foi então que se deparou com um dos convidados totalmente nu, segurando uma pequena caixa. Estranhou aquilo e perguntou:- Onde estão todos?- Estão lá em cima. Desci, pois já acabamos com uma caixa.- Caixa do que?Foi ai que o rapaz lhe mostrou uma caixa com a inscrição Durex Confort 60 Lubrificated Látex Condoms e começou a subir a escada. Frazão o seguiu até o último quarto do andar superior, o maior de todos. Ao entrar, viu a cena que nunca sairá da sua memória, mesmo que viva por 120 anos: A sua Débora, sua amada Débora sentada em um dos maridos, cujo nome ele não sabia. Ele tinha o seu falo totalmente engolido pela boceta de Débora. Um segundo marido, que mal fora apresentado a ele, se encarregava de penetrar sua Débora por trás. Logo por trás coisa que ela raramente permitia que ele fizesse. E, como tiro de misericórdia, Marcelo tinha seu cacete sugado, engolido, manipulado por Débora. Sem perceber que ele estava ali, Débora se mexia incessantemente, gemia, dava gritinhos, soava em bica, buscando prazer, enquanto que as outras mulheres se masturbavam vendo a cena. Frasão ainda olhou em volta, notou todos aqueles corpos morenos daquelas belas mulheres, mas percebeu que nenhuma delas se comparava à sua Débora. Ficou ali, inerte e paralisado por cerca de vinte segundos e foi nestes vinte segundos que viu a verdadeira face de sua esposa, face esta que nunca teria aparecido se ele não a tivesse feito despertar; se ele não a tivesse colocado naquela situação. Naqueles vinte segundos refletiu sobre sua conduta e pôde ver o quanto ele fora canalha com ela. No entanto, ao mesmo tempo, sentiu muita raiva dela e foi a raiva que o fez despertar num grito:- VAGABUNDA!Todos que estavam no quarto se assustaram. Com o susto, Débora deu uma bela mordida no instrumento de Marcelo. As mulheres que tocavam siririca pararam instantaneamente. Os dois machos que estavam a penetrar Débora se afastaram quase por mágica. Débora, por sua vez, olhou para Frazão e começou a chorar imediatamente. Quase chorando também estava Marcelo ao ver seu amigo sangrando. Frazão se aproximou de Débora a pegou pelos longos cabelos e a puxou por eles até o carro. Abriu a porta e a jogou lá dentro. Voltou, entrou na casa, foi até o quarto onde estavam suas coisas, pegou as duas malas, entrou no carro e saiu cantando os pneus. Débora não dizia nada, apenas chorava. Frazão não dizia nada com nada, apenas xingava. Agora, pela primeira vez desde que acordara, olhou para um relógio e se deu conta de que horas eram: 16:55, marcava o relógio da caminhonete. Quase cinco horas desde que ele adormecera. Uma caixa daquela continha 60 camisinhas, haviam quatro homens e quatro mulheres lá. Que horas teria começado a farra? Quantas daquelas camisinhas teriam sido usadas em sua mulher? Não teve coragem de perguntar nada daquilo para Débora. Aquilo tudo martelava na sua cabeça, fechava os olhos e via tudo novamente à sua frente.
Rodaram por cerca de duas horas até que começou a escurecer. Ele se sentia estranho, um pouco cansado. Débora não parava de chorar. Alternava períodos de choro brando com períodos de verdadeiros berreiros. Frazão então avistou uma placa que indicava motel a 1Km. Não agüentou mais dirigir, rodou apenas mais aquele Km e entrou no motel. Débora temeu pelo pior e desembestou a chorar mais alto. Frazão parou o carro e pediu a melhor suíte da casa. Entraram no quarto com Débora ainda nua e soluçando de tanto chorar. Débora entrou e ficou em pé num canto, esperando o primeiro tapa, mas não foi isso que se seguiu. Frazão simplesmente se ajoelhou à sua frente e pediu desculpas por todos os anos que estiveram juntos. Disse que nunca amara outra mulher e lamentou ter descoberto daquela forma o quanto ele a fizera infeliz todos aqueles anos. Levantou, lhe tascou um beijo digno de registro para a posteridade e jurou amor eterno. Fizeram amor por toda a noite e ele percebeu que agora ela estava mais solta, como nunca estivera antes.Voltaram para Barretos como se tivessem em começo de namoro. Não se cabiam em chamegos um com o outro. Frazão nunca mais procurou outras mulheres, deletou o endereço do site Fantasia para Casados do computador e nunca respondeu os pedidos de desculpas que de lá vieram. Não respondeu porque estava com raiva deles, mas porque achava que eles não deviam nem um pingo de desculpas a ele. Afinal, não fizeram nada além do normal naquela situação. Neste momento olhou para Débora que estendia roupa no quintal e teve plena certeza disso."

Uma questão de Ângulos


Para todos em geral, e em especial para o Henrique.
Sim, além do comprimento e grossura, o ângulo de erecção também interessa, sendo, inclusivé, um factor limitador para algumas posições.
(mais não digo; pesquisem)

O lado positivo do Aquecimento Global

(dói-me a cabeça; sim, a cabeça)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ah Jack


Desgraçaste-te. Sucumbiste.
Desde quando é que precisas de vender máquinas de café espresso?
Cabrão!
Tu achas que agora que te vi a fazer de S. Pedro - todo branquinho, imaculado, santinho e essa treta toda, vou continuar a querer-te com o mesmo tesão?
(o que te vale é que não perdeste aquele teu ... 'deixa-me fazer este ar de sério, se não desato-me a rir com estes palonços todos ...' - vá lá, ao menos isso ...)
A próxima vez que vieres aqui ao Porto, digo-te das boas ...

Tomai e usai


Francis, eu sei que gostas das grandes e tal, mas com esta tens a vantagem de ires para qualquer lado, a não ser que sejas gajo para estar sempre no mesmo sítio, esparramado num sofá bem grande ...
Se calhar, era mais adequada ao Pulha Garcia. Afinal, é ele que gosta de mobilidade (não, não tem motor a jacto, nem asas).
Ao 13, não convém, não tem sítio para os tachos - já agora, que vais fazer hoje, que é sexta, dia 13?

(ps: o gajo não está incluído ...)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Porque é que eu gosto de homens de uniforme?

(é uma pergunta de retórica ... a moto também é fixe, não é?)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Hospedeiras da Ryanair despem-se para Calendário de Caridade 2010


Ouvi dizer que as hospedeiras da Ryanair se despem (como quem diz) para produzir calendários de caridade ... Que bela ideia!
Lanço aqui um apelo aos clubes de futebol para também produzirem calendários de caridade com os seus futebolistas ....
(pronto, nem que seja de tanga, mas aviso-os de que se venderia muito mais calendários se se apresentassem completamentes nus ...)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tenho um problema



Não consigo sentir qualquer tipo de atracção por gajos que dão erros de português.


(É grave! As fodas que eu deixo de dar por causa disto.)

À noite, no mar ou na piscina?


Na piscina! Sou comodista (além de que gosto de ver aquilo que estou a comer).

O mar à noite é tão escuro ... que medo!

(ainda ninguém conseguiu levar-me mar adentro à noite. estou mesmo a ver que vou morrer virgem de Mar ... que pena!)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Da Gentileza


Fui ver este filme - Huit femmes - há uns anos (quando saiu, creio), por volta das 18.30 num dia da semana ... imediatamente depois de um dia de trabalho (ah, sabe-me tão bem).
Comprei o bilhete. Entrei imediatamente na sala, porque estava prestes a começar. Na sala estavam 3 ou 4 mulheres. Na melhor fila, na do meio, nas cadeiras do meio da fila. Fui para lá, claro. Para o meio do meio. Ao aproximar-me constatei que se tratava de senhoras de 60-70 anos. Lindas. Ia sentar-me a uma cadeira de distância, quando a que estava na ponta do grupo dirigiu-se a mim, retirando a carteira que estava na cadeira que nos separava e me perguntou - Quer sentar-se aqui? Sorri. Agradeci. Disse-lhe que não. Que daquela cadeira onde me ia sentar também via muito bem. Além que assim, a sua carteira poderia continuar a lá repousar (que poético - disse-lho mais prosaicamente, claro). Sorrimos. Outra vez.
Resta dizer que gargalhámos imenso, todas nós, durante todo o filme. Soube-me tão bem partilhar aquele filme com aquelas gentis senhoras. Saber-me-ia bem de qualquer maneira, mas não o guardaria assim da mesma forma na memória.

(lembrei-me disto a propósito deste post)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Gargalhada instantânea

Loira volta a trabalhar após 30 anos ...
Aqueles que têm menos de 40 anos provavelmente não entenderão o video ..., a não ser que sejam fãs da Mad Men.

(está bem conservada a gaja)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Lady Chatterley


Lady Chatterley's Lover - O amante de Lady Chatterley

Que eu saiba, único livro de D.H. Lawrence transposto para o grande ecrã (várias vezes) ... Porque será? (isto sou eu a fazer-me de ingénua).

Eu sei que a obra deste gajo é díficil (tentei ler O Pavão Branco e ... não consegui - ok, também tinha apenas 15 anos prá'í e não estive para esforços), mas ficar conhecido apenas pela Lady ... Coitado, deve estar a dar voltas na tumba ...

(não sei porque raio me fui lembrar dele)

Business is Business


Homem que é Homem


Vai lá. Com medo, mas vai lá.

(olha aí a pressão!, diz-me ele)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Gordura é Formosura

Onde?

Hoje no Café, 3 gajas da minha idade sentadas na mesa ao lado da minha. Gordas. Daquelas com pneus. Eu não consigo deixar de pensar que elas têm sexo graças à fome de sexo porque ... atracção por aquilo ... não estou a ver como ...

(sim, sou cruel, mas ... o mundo é cruel e ... as pessoas são cruéis)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O que eu gostava mesmo era que existissem equipas mistas ... ia logo aprender a jogar futebol

Foto gamada do blogue Ponta e Mola (tá aqui ao lado).

Parece ser unânime a opinião de que o futebol feminino é melhor (por diversas e variadas razões - não sou entendida em futebol, portanto não estejam à espera que as enumere) que o futebol praticados por pessoas com pila.

Então porque raio não passa mais nos canais generalistas?

(não que eu goste de ver gajas a correr de um lado para o outro e com as mamas a saltar desenfreadamente dentro da camisola - têm de arranjar outro tipo de uniforme, caramba -, mas acho uma estupidez RTP, SIC e TVI não passarem jogos de futebol feminino; desconfio que aumentariam as audências em muito)

Já que falo no assunto, porque raio é que os calções dos jogadores de futebol estão cada vez mais compridos? Mesmo que uma gaja goste de futebol, aquilo deixa de ter piada, com a porcaria dos calções a cobrir os músculos todos ...

Porquê?

A esta altura está a perguntar-se o 13 porque raio tem o blogue dele (o da comida) aqui na lista de blogues que esta gaja segue ...

E eu satisfaço-lhe a ... curiosidade: porque aqui a gaja admira quem tem PACIÊNCIA para cozinhar.

(um dia destes pergunto-lhe se quer cozinhar para mim, se, é claro, ele for gajo para o jeitoso)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A Chef or a Cook?



A Chef, naturally. Cooks are fat.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Hair





Pronto. Não sou esquisita. Mas prefiro-os com cabelo. Um pouco grande. Já agora, encaracolado. Excita-me.
(além de que são também um excelente ponto de apoio, se levantada e encostada a uma parede ...)

stilettos




Não, não ligo nada a sapatos – diz(em)-me ele(s) – nem percebo a paranóia das gajas com sapatos ... já agora, logo à noite podias usar aqueles pretos que tens ... aqueles, sabes?! que me deixam maluco ...

(eu faço-lhe(s) a vontade, claro)

Nails

Não sei porque é que há gajas (pronto, e alguns gajos) que se lembram de fazer isto às unhas ... Será com que intuito? Foder, não é de certeza ...

(eu se fosse gajo, perdia a tusa toda se me aparecesse à frente uma gaja com garras destas ..., a mim que sou gaja, mete-me nojo ...)


Não compreendo certas mulheres ...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Love me tender

Um gajo que comeu tanta gaja e não se permitiu amar nenhuma ... nem deixou que nenhuma entrasse nele.
É no que dá a mistura infância atribulada e genialidade.
Pessoas que se fecham.
Até queriam, gostavam ... mas não conseguem ...
Love me tender, love me sweet,
never let me go.
You have made my life complete,
and I love you so.
Love me tender, love me true,
all my dreams fulfilled.
For my darlin' I love you,
and I always will.
Love me tender, love me long,
take me to your heart.
For it's there that I belong,
and we'll never part.
Love me tender, love me dear,
tell me you are mine.
I'll be yours through all the years,
till the end of time.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Nuno Lopes, o Chato



Marchava.
Vou tentar.
Estou mesmo a ver-me na cama com ele e a pedir-lhe que faça de chato.
Aí, desfaço-me a rir.
Ah! Vai ser uma foda com muita, muita piada ...
(é que há gajos que levam o sexo tão a sério, tão a sério, que são mesmo, mesmo chatos)

Do romance


Nunca pus velinhas a arder no quarto ou em qualquer outro sítio da casa. Para já, acender aquelas velinhas todas deixa qualquer um estafado, e quando acabasse de acender a última velinha, tinha perdido a tusa toda. Este cenário - está-se mesmo a ver - só nos filmes e séries teenagers (tipo Gossip Girl).
A única vela que quero apagar é uma e só uma.

Mas quem raio pensa em velinhas quando pode ter um fondue de chocolate?

(há coisas que eu não hei-de perceber nunca ... também não estou interessada).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Da ofensa



Perguntarem-me se me podem chamar puta.

Isto não é coisa que se pergunte na cama. É coisa que se chama e pronto.

A PILAR é que a sabe toda



É o que tenho de fazer. Tenho de ganhar juízo. Tenho de arranjar um gajo interessantíssimo para conversar na velhice, quando não conseguir pinar.