terça-feira, 10 de maio de 2011

Velocidade furiosa cinco?

Claro que vou. Compra pipocas das grandes.

De vez em quando também gosto de meter nojo no cinema ... pipocas ... não desligar o telemóvel ... estar sempre a falar ... antecipar as cenas em voz alta ... rir-me (esta não é difícil) ... meter nojo, enfim!

Velocidade furiosa cinco começa a parecer-me um belo de um filme no cinema. Ya.

Mondieu

30 seguidores.

É a loucura!

TRIN TA!

Triiiimmm´
- Tá?

30 pessoas esperando ansiosamente que eu escreva alguma parv, coisa.

Tentarei não desiludir. É uma promessa. Ups. (cá está ela, a prometedora)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Vai uma cerveja? :)

[Na Gina]

Insensibilidade

Só me dei conta no espelho do elevador que tinha um arranhão na testa. Pequenino, mas vermelhinho. Onde e como raio fiz isto? Não me lembro. Não senti. Magoou-me apenas quando o vi. Que estranho! Os arranhões, pequeninos ou grandes, deveriam sentir-se todos. Mais ou menos. Mas sentir.

Gostava mesmo ...

de largar tudo e ...

domingo, 1 de maio de 2011

...

Estive quase-quase há pouco para acabar com o blogue, mas a coragem faltou-me. Não consigo. Sei que arrepender-me-ia mais tarde.

A verdade é que tenho andado numa fase mais introspectiva (quem sou, para onde vou ...), pelo que a vontade ou disponibilidade para escrever têm sido zero. Além de que tenho andado ocupada no facebook para que as minhas amigas não me estraguem a reputação de boa rapariga (mas porque carga d'água, Maria Maia, foste tu criar uma página no FB, hein?) lá por aquelas bandas. Tenho também tido uns sonhos muito esquisitos com os meus amigos e amigas, que me têm preocupado ... Para quem está a ler isto a correr (sim, eu sei porque eu também em deparando-me com posts com mais de 5 linhas ...), eu incluí ali atrás amigas também, pelo que escusam de pensar que se trata de sonhos eróticos ... ei!, parem já de pensar isso! Portanto, por isto e por outras coisas que não interessam nada para aqui, isto anda um marasmo que só não petrifica porque lhe dou uns cliques de vez em quando.

Conclusão: vou manter o blogue, porque não consigo deixar de escrever; vai andar é um pouco menos regular e ... talvez mudar de registo ...

Vai uma trinca?

Da Cherry Bomb.

(gostei das trincas que lá li!)

domingo, 17 de abril de 2011

Light my fire

Eu vivo mesmo no centro da cidade, numa rua sem saída. A minha rua desemboca na rua principal da cidade, que por acaso é uma avenida. Hoje, Domingo da Paixão, houve procissão, à semelhança do que deve ter acontecido em muitas outras cidades. Na boa! O problema aqui da Maya: lembrou-se ela de, a meio da tarde, sair de casa para ir ao super. Chega ao estuário da rua e teve de lançar a âncora, que é como quem diz, teve de desligar o carrinho porque a procissão procissava. Passou nosso senhor com a cruz, passou o padre, passaram os anjinhos, passaram uns senhores com umas capas, passaram umas senhoras com uns cajados, passaram escuteiros, passaram mais anjinhos, passaram uns pastores, passaram umas pastoras, passou um andor, este não passou sozinho, levava uns quantos moçoilos a carregá-lo, passou o Sr. Dr., pai da minha vizinha, passou um garoto a fugir da mãe em sentido contrário, passou uma senhora a passear 2 cãezinhos, isto, tudo num silêncio sepulcral, até os cãezinhos. Depois, na cauda, na cauda lá vinha a  a ... a banda a tocar, que era onde eu queria chegar. Vocês não sabem mas, o que adoro bandas. Fazem-me, fazem-me ...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Impressionante, impressionante, impressionante

Descobri o problema. Eu não posso apaixonar-me. Perco a capacidade de sedução. Sem sedução não vivo, logo, se me apaixonar, morro, mas sem paixão não consigo viver.

Como é que se põe isto em equação?

Algum matemático por aí? Podia perguntar à minha irmã, mas ela manda-me à merda, não sem antes perguntar-me se não tenho mais nada para fazer. E ainda resmungaria entredentes ... "paixão, paixão ... tu andas é muito enganadinha" [ela é que não engana ninguém, só vê senos e cosenos e essas merdas assim complicadas]

Vonrrrrruummm

Meto-me por ruelas e travessas (já aqui tinha disto que gosto de ruelas e travessas, não?, pois se é assim que se conhece uma cidade!). Resultado. Vou dar com lojas bem engraçadas. Ei-la, a loja do Von. O que ele lá vende, isso não sei. Se quiserem comprar ou mirar apenas ..., aqui fica o endereço. Também com tabuleta ali ao lado.

Via BDHM

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Acatar

O gajo do Acatar e como é que ele se chama agora? é que não me lembro, tem a mania de de vez em quando mudar de nome e uma pessoa esquece-se e não vou pôr link porque ele tá ali mesmo ao lado. Bem!, o gajo é uma pérola. Tem outra mania que é apagar os posts. Não gosto nada, mas ele também não quer saber. Devia ter ganho o Bife, digo, o Bilf. Por acaso não votei nele.

Entretanto, e mudando de assunto, apetece-me pintar as unhas de vermelho, já sei que vou ficar com ar de quem só fode e não faz mais nada, ar de puta, enfim, o que não é verdade, porque eu até trabalho muito, mas isto é o que eu penso quando vejo uma mulher de unhas vermelhas, penso que deve ser uma puta, olha, se calhar é a ideia que querem dar, que fodem muito bem. Não percebem nada disto, porque toda a gente sabe que as mulheres que fodem bem pintam as unhas com tons pastel, tons de virgem. E têm unhas com tamanhos normais. As que têm unhacas, fingem. Porque é que eu sou entendida na matéria? Ah, é intuição. Sou também intuitiva em relação aos homens que fodem bem. Não que isso me interesse muito. A sério, não me interessa muito. Não suscita mais interesse da minha parte saber se fodem melhor ou pior. Mas a verdade é que eu olho para um homem e sei como ele fode. Um extrovertido nem sempre fode bem. Um introvertido nem sempre fode mal. As pessoas quando na horizontal, ou encostadas a uma parede, transformam-se. Os mais engraçados são os que se transformam em lobisomens. Ah, as garras, as garras. Por exemplo, um homem que sorri muito, fode mais ou menos. Como o Clooney. O Clooney tem um sorriso que derrete, mas na cama deve ser normal. O Malkovich fode bem, mas já não está para isso. Agora, deve estar numa fase mais receptiva, que façam o trabalho todo por ele. Aliás, acho que deve ter sido sempre assim. Estira-se e a gaja que faça o trabalho todo. Eu devia estar a ver o The mentalist, porque eu gosto muito do sorriso triste do actor "Jane" mas, lá está, é outro que não deve trazer novidades à cama.

E agora deixo-vos. A reflectir numa pergunta. Quem já ouviu "nunca me tinham feito isso?"

terça-feira, 5 de abril de 2011

Prometedores Anónimos

Olá, eu sou a Maya e tenho um problema - sou prometedora. Prometo por tudo e por nada. Para me deixarem em paz, para trabalhar e assim, prometo que sim e também prometo que não, consoante a situação. Perguntam-me prometes? e eu sim, prometo, ou prometes que não ... e eu, sim, prometo. Dou por mim, tarde, a não saber o que prometi, ou prometi não ..., consoante o caso. O maior problema é ao telefone. Principalmente. Prometo muito ao telefone.

- Promete que conduzes mais devagar (?) ... Sim, mãe.         Hã?
- Promete que telefonas ... (?) ... Sim, sim.                            Hã?
- Promete que apareces ... (?) ... Sim, claro.                         Hã?

Eu acho que a culpa não é minha, de qualquer forma aqui estou, porque prometi à minha família que vinha aqui aos PA. Uma pergunta: a reunião vai demorar muito tempo? É que tenho a minha irmã lá fora à minha espera ... Fez questão de vir comigo, apesar de eu prometer que vinha. Vou só avisá-la e venho já, ok? Prometo.

domingo, 27 de março de 2011

Teimoso

Ordeno-lhe que avance. Avança! Faz pouco-caso e ei-lo a fazer finca-pé. Que não, não, e não! Que tu não reúnes todas as condições para avançar. Que o estômago lhe tinha confidenciado que não havia borboletas. Então não vês que é tão giro, um deus? contraponho. Que quero lá saber, que enquanto não estiverem reunidas todas as condições, não avanço.

[assim não há condições]

quinta-feira, 24 de março de 2011

Do caraças

Está a sofrer de bilfite aguda, mas há alguém que o põe no sítio.

A culpa disto tudo é da Ursa.


Ah, e o Governo, não é? Foi-se. Pois, até foi porreiro, pá! e tal, mas estou mesmo a ver-me muito fodidinha nos próximos tempos e olhem que não é daquela maneira hum mais prazenteira, punhamos a coisa assim.

sábado, 19 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

A minha sapiência chegou a Espanha

Excerto de email recebido de um catalão que nunca me viu na vida (já vos disse que as minhas letras de ecrã são doces, não já?).

... Maya, ilumina mi mente, tu que eres una mujer sabia ...

Que lhe respondo?

Hipótese 1) Que não sou uma lâmpada?
Hipótese 2) Que todas as mulheres portuguesas são sábias?
Hipótese 3) Que esqueça porque a Catalunha fica bués bués de longe, apesar de eu gostar muito de ver o sol nascer no mar?
Hipótese 4) Pergunto-lhe que tal o tempo em Barcelona?
Hipótese 5) Agradeço-lhe educada, simpatica e ingenuamente?
Hipótese 6) :))))
Hipótese 7) Como sabias que si, que soy sabia?
Hipótese 8) No, no soy sabia :)
Hipótese 9) Gracias, pero soy muy jóvene para ser sabia :) (querias!)
Hipótese 10) (ligo à terra)

terça-feira, 15 de março de 2011

Sobre isto, das Manifs

Pronto, já percebemos [nós e aqueles que nos (des)governam, sim, que isto também serviu para eles nos tomarem o pulso] que somos capazes de nos mobilizarmos. Portanto, isto foi só o aquecimento, certo? Agora, vamos fazer umas Manifs a sério, boa? Qu' isto, meus amigos, com música, dança ou caras sorridentes não se consegue o respeito que se pretende ...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Ma dears

Sacana íntegro, isso existe? Existe. Aqui.

É um problema. Um problema quando a pessoa que está comigo não compreenda (ler ciúmes) que fale (quando calha falar, acaba sempre por calhar, não é?) com carinho das pessoas que me aconteceram antes dela. Outro problema é (este, ainda maior, na minha perspectiva), quando a pessoa que está comigo fala com pouco carinho (vamos por as coisas assim) das pessoas que aconteceram antes de mim.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fui tão feliz em Braga

Diz que opina. Descubro-os todos na Ursa. Tá outra vez com a mania de encontrar O BILF. Para mim são todos, tá, Ursa? Escrevem todos que é uma maravilha.

[tinha ficado bem um trocadilho ali com o opinar, não tinha? não me apeteceu]

Os homens são como os hotéis

Os homens são como os hotéis.

Depois de teres estado num hotel de 5*, os de 4, já não falando dos de 3, fazem sentir-te hum desconfortável ...


(sim, o tamanho do quarto importa, o design do quarto importa, os estores automáticos do quarto importam, o chocolate negro na almofada importa, a fruta fresca importa, a funcionalidade do quarto sem perder o glamour importa, o veludo importa, a alcatifa alta importa, as quinhentas almofadas na cama importam, o roupão de griffe importa, as toalhas macias importam, até o raio do modelo da sanita importa ...)

Ter um termo de comparação é fodido.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Definição fácil

Nem mais!, Menino da mamã!

(a chatice é que a cabeça nem sempre combina com La Perla)

[Cutchi, cutchi]

(Menino da mamã in the house ... claro)

It's raining men


Não sendo eu uma apreciadora de Magritte (porque é difícil e eu ainda não encontrei ninguém que mo conseguisse explicar mensagem subliminar e incentivadora para Pulha), perco-lhe o respeito, pelo que ao deparar-me com o Golconda, só me lembro da Geri Halliwell.

Que heresia! Sei.
[de todas as formas, quase aposto que M. M. gostaria da spicy G]

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Brideshead Revisited

Cinco pessoas - três gajos e duas miúdas. Queijo, morangos, vinho (e então o saca-rolhas?, não temos!, vai pedir à recepção do hotel? hã?! não, afunda-se a rolha), chocolates, bacon ...

Eles, eles a falarem de futebol. Oh, o entusiasmo, o Messi, o Messi é o melhor jogador do mundo. Então não é o Ronaldo?, Não, é o Messi. Ok. Interessava-nos cebolas, a ela e a mim, o futebol. Começamos a falar de namorados. Dos antigos.

Ela - Epá, quando me disseste que andavas com um gajo que pintava os olhos ... achei o máximo!
Eu - Eu andei com um gajo que pintava os olhos? Não me lembro.
Ela -Sim, pelo menos foi o que me disseste ...
Eu - Ah, já sei o Josué ... pois pintava! Agora me lembro. Era qualquer coisa, o Josué. Uma vez apareceu-me com um casaco verde de veludo, comprido. Lindo. O espectáculo que demos na rua com o raio das pessoas a olharem para nós. "Oh, pra nós, tão diferentes, tão originais!".
Ela - (ri-se)
Eu - Ainda me lembro quando fui com ele a Santa Apolónia Campanhã (foreva!) comprar pedrinhas. Meto-me em cada uma. Deixa estar que tu também. Apareceste-me com um com rabo-de-cavalo. Giro. Já não me lembro como se chamava ...
Ela - Tó!
Eu - Pois ... e tiveste outro em Lisboa, fomos ter com ele uma vez. Lembro-me disso perfeitamente. Como se chamava?
Ela - Olha, já não me lembro ... (ri-se)
Eu - (rio-me) E aquele que era ... hum ... apaixonadíssimo por ti? Foi o cabo dos trabalhos para te livrares dele ...
Ela - Dinis.
Eu - E o outro, aquele primeiro?
Ela - José Carlos.
Eu - Caramba X., Quantos foram?

(começo a contá-los pelos dedos ..., 1,2,3,4,5 ...)

Ela - Hum, tanto silêncio de repente ...

E lá estão eles, os três, especados, com as orelhas arrebitadas. A sorrir.

ómeudeus

Tenho esta mania de testar a inteligência das pessoas, bitaitando com o chamado gozo fininho (gozo fininho, cá estão duas palavras incompatíveis), depois se elas não percebem, eu abuso até me cansar da brincadeira ou sentir-me mal (é sempre por esta última, que eu, parecendo que não, ainda tenho uma réstia pequenina de consciência), e quando me sinto mal, sinto-me mesmo muito mal, e depois prometo que não volto a fazer isto, e depois esqueço-me da promessa quando apanho outra pessoa que se põe a jeito para o gozo fininho. Tenho de quebrar este ciclo vicioso. Talvez um pouco de durex na boca resulte.

we'll always have paris, and london, and lisbon, and espinho, and funchal, and so many other

Paris et la Seine à Casablanca de Pedro.

via Pipoco (não vou pôr link porque toda a gente conhece o Pipoco, atrevo-me até a dizer que Pipoco por esta altura é mais conhecido que o próprio Tremoço)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

De repente

estás a jantar com um monte gente que vês todos os dias*entrar-te pela casa adentro sem te ter pedido permissão ...

Sentimentos experimentados: primeiro estranha-se, depois, oh, são apenas mais uns amigos de uma amiga.

*agora não que desde que tenho cabo deixei-me disso, de ver telenovelas, mas um dia, com toda a certeza, volto a elas.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Está tudo bem, está tudo bem

Por um acaso viram há pouco uma miúda a chorar copiosamente e a olhar desoladamente para um Modus (vidros fumados, não esquecer este pormenor), encostado ao rail da saída da VCI para a Maia, virado para o sentido contrário? Sim, naquela curva-ponte-filha-da-puta, nessa mesmo. Pois ...

Mas está tudo bem, está tudo bem. Foram apenas uns quantos piões, pára-choques dianteiro e traseiro fodidos e mais nada. Painéis laterais intactos (ainda estou para saber como), faróis intactos, e eu, a tremer ainda, mas intacta também. Portanto, está tudo bem, está tudo bem.

(podia ter capotado, podia ter feito um salto mortal, podia não estar aqui a escrever ...)

Amanhã é outro dia.

Ontem cometi uma loucura

Comi isto.

[sempre que como chocolate líquido, fico com uns bocadinhos na cara, lambuzada mesmo; limpei-os com o guardanapo ... sim, sei, já estavam a ver filmes, e continuam ...]

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Oh, oh

"Once you label me you negate me".

Oh

"Life is not a problem to be solved, but a reality to be experienced".

A bipolaridade e o amor

E é verdade. O amor torna-nos bipolares.

"Olha, vai à merda, ouviste? Eu amo-te! EU AMO-TE!".

[ouvido algures na cidade pelo A.F.]

Gentes de Lisboa e Arredores

OTELO

[é favor acorrer em massa ao Teatro da Trindade, que eu tenho amigos que precisam de comer; a peça é também ela um bom alimento para o espírito]
[Vite! Até 27 Fev]

sábado, 12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Hermes

Hermes. De Hermenegildo.

O Hermes é o guineense mais simpático, alegre e inteligente que conheço. Não conheço muitos. Só um. O Hermes é forte e quase tão preto como o carvão.

Revi-o a semana passada. O Hermes faz-me rir até me fazer doer a barriga. O Hermes conta uma piada, ou inventa-a no momento, conforme, e começa a rir-se e quando se ri, sacode os ombros. As sacudidelas de ombros dos Hermes levam-me às lágrimas. Ora imaginem lá um gajo forte, quase tão preto como o carvão, óbvios dentes alvos a rir-se e a sacudir os ombros!

O Hermes mora em Valência com a mulher e os quatro filhos. A família do Hermes é de linhagem, mas o Hermes só fala disso se lhe perguntarmos. Porque saíste da Guiné, Hermes? Ele responde por delicadeza e boa educação. Apenas. O Hermes viu matarem-lhe o pai.

Nao me recordo quantas nacionalidades estariam representadas à mesa. Umas quantas. Sei que nos entendemos todos, numa orgia de português, castelhano, francês e inglês. E rimo-nos muito, claro está. Mesmo o meu colega C., sobre quem o Hermes saiu-se com esta:

- Entonces, tu, C. solo hablas dós idiomas, verdad?
- ?! (já a rir-se)
- Pués sí, hombre! Hablas porrrtugués y porrrtelefono!

Oh

"Tu não és uma rapariga como as outras."

Quem a ouve, sabe. Quem a profere, nem sempre é merecedor de tal uniquicidade.

Não apetece escrever

Só apetece apetecer. Conhecer, acender, comer, lamber, beber, fazer, er, er, er, er, er, er, er e er.

Mas eu não tenho culpa nenhuma da momentânea bipolaridade de que padeço actualmente. Não! FeVEreiRO. É ele, é ele o culpado. Mesinho raquítico. Mesinho maníaco. Mesinho esquizofrénico. Mesinho mau. Mau! Mesinho nº 2. Mesinho enganador. Mesinho de sol e chuva. Mesinho de frio e calor. Mesinho curto. E longo. Mesinho de começos. Mesinho de 28 armado em 31. Mesinho de trabalho. Muito trabalho. Mesinho do meio. Mesinho "cai na real". Mesinho fdp.

sábado, 29 de janeiro de 2011

De alguns Livros

"Os livros do José Rodrigues dos Santos são livros d'Os Cinco para adultos".

- Lis

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O primeiro beijo

Hoje, ao ouvir o Conversa de Raparigas, sim, eu ouço o Conversa de Raparigas, constatei com tristeza de que não recordo o meu 1.º beijo. Pergunto-me entretanto porque não me terá ficado na memória. Não deve ter sido assim tão mau. Não sei com quem foi (desconfio apenas). Não sei como foi. Não sei onde foi. Não sei quando foi.

Engraçada a minha memória. Eu sei perfeitamente como a desgraçada funciona. Deleta tudo o que não me interessa. Faz que como uma limpeza automática de items older than. Tenho pena que o meu 1.º beijo não tenha ficado na memória à mão de semear. Desconfio que devo tê-lo guardado tão bem que já não sei em que gaveta o pus. Estou angustiada. Não descansarei enquanto não o encontrar.
Consola-me o facto de recordar muito bem outros primeiros beijos. Mas isso "são outros quinhentos".


[já sei o que estão a pensar essas lindas cabecinhas; não, não dei assim taaaaaaantos primeiros beijos]

Estou apaixonada


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

30 things PORN has taught us all

Chez Pullá (sim, n'O Bom Sacana, where else?)

# 24 - Women always look pleasantly surprised when they open a man's trousers and find a cock there.

Acho que se esqueceram ali algures de um big, não?

Quanto a isso das mulheres modernas quererem amar à homem ... Pois, eu também acho que vou aproveitar os saldos para comprar alguns pares de sapatos.

Gostava tanto de ser parecida com a Oprah

Na parte de ser rica.

[Oprah, os teus pais não gostavam mesmo nadinha de ti, se gostassem, tinham-te chamado Oprahonce, que é muito mais bonito]

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Amuletos da Sorte


Descubro que o meu é um cachecol azul, enorme, 2 voltas pelo pescoço e mesmo assim as pontas com franjas passam dos joelhos. Sempre que o uso consigo o que quero.

O meu problema: como é que eu me vou safar no Verão?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Óbvio

Quem escreve assim é, obviamente, genial?

Para o que ouço e vejo, nem pestanejo!

Ouvido ontem de passagem.

"O que precisávamos agora era de 20 Salazares para ver se isto ia ao sítio".
"Que é isso da liberdade de expressão? Liberdade de expressão! Eu quero é andar segura na rua".

"Uma pessoa não pode dizer mal dele (referia-se a José Sócrates Sousa), que é logo despedida".

Isto aqui em cima foi tudo dito pela mesma pessoa.

Um queque de chocolate do Maia Palace para quem acertar na idade de quem "amandou" tão belas pérolas de sabão.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Cachoeira, precisa-se! Urgentemente!

Ensaboo-me. Passo a água. Depois ... deixo-me estar ali durante dois minutos. Olhos fechados. A água quente a picar-me os ombros ... Evado-me. Para a Terra do Nunca. Onde não se pensa. Onde não se sente. Onde nada. Onde apenas se está.

Dois preciosos minutos. E maravilhosamente eternos, durante 120 segundos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Boa-noite

Quer-me parecer que este blogue tem os dias contados.

(vou comer uma bolacha de chocolate, aconchegar-me e dormir sobre o assunto)

(não se assustem, amanhã já mudei de ideias outra vez, a culpa não é minha, compreendam, é da lua, essa desgraçada! que faz com que as marés e eu andemos num constante vaivém, um dia destes dou-lhe um tiro, já andei a treinar a pontaria da minha varanda, acreditem, quando olharem para o céu e não virem lá a lua, já sabem, foi a Maya que a matou, matou-a para ser feliz, não se importam de ficar sem lua, pois não? :)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Contagem da noite

Maya 0 - 1 Frigideira

Acontece! :)


[Hoje, contaram-me um segredo. Mais um segredo. Vou começar a cobrar. Eu não sou nenhum Banco de Segredos! Que abuso! Depositar segredos assim numa pessoa, sem abrir conta, sem perguntar qual o valor mínimo para abrir conta, sem perguntar quais os juros ... Ele são amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos. Sim, desconhecidos. Apanham-me sentada num banco de jardim, a relaxar, e passado um bocado lá estou eu transformada em fiel depositária de mais uns quantos segredos de pessoas que nunca vi na vida. A sério, porquê eu?]

domingo, 16 de janeiro de 2011

Do sim e do não

O que me rio quando algum homem me (nos) vem com a conversa de que eles, homens, são simples. Que não são complicados. Que um sim é um sim, e que um não é um não.

Já quando é alguma mulher que me diz que os homens são mais simples que as mulheres, tenho apenas vontade de lhe dizer que ela é burra. Mas pronto, lá me contenho (uma pessoa não pode insultar os outros a torto e a direito, a não ser que esteja na disposição de comprar uma guerra; ora as guerras são um desperdício de tempo e energia, pelo que não valem a pena), como dizia, lá me contenho e explico-lhe como e porque os homens não são simples e são também tão complexos quanto as mulheres.

Então, digo-lhe: ouve, os homens fazem um esforço terrível para parecerem simples. E pragmáticos. E fortes. É assim que são ensinados, sabes? São uns ensinamentos que os pais gostam de passar aos filhos. Aquelas tretas, sabes, que um homem não chora, um homem é sempre forte, um homem não verga, homem que é homem não se fica e por aí adiante.

E depois digo ainda: aprender a não chorar não é possível, sabes, como toda a gente, de resto, sabe. Pode aprender-se a tentar não chorar. Pode aprender-se a tentar engolir em seco umas quantas vezes, para as lágrimas não saltarem. Pode aprender-se a chorar apenas quando se está sozinho. Pode-se, em última instância, fazer uma operação para estrangular os sacos lacrimais. Agora, aprender a não chorar, lamento, mas isso é de todo impossível.

Acrescento, em tom de retórica: já viste os dilemas que os gajos enfrentam todos os dias? Apetecer chorar e não o poder fazer porque, porra, homem que é homem não chora.

E continuo: é como aquela piada que eles gostam muito de referir, de que quando as mulheres dizem não, às vezes querem dizer sim. Isto, como sabes, é inteiramente verdade. Por capricho, às vezes dizemos não, quando estamos a morrer para dizer sim. Além do facto de termos sido ensinadas a fazer-nos de difíceis, porque as nossas mães e avós sabem que os homens pelam-se por uma conquista difícil (mulher, negócio, enfim tudo o que der luta), além daquilo, de termos sido ensinadas, nós apanhámos-lhe o gosto do capricho de os ver tentar, tentar, tentar e tentar. Dá-nos gozo.

Eles, eles quando dizem não, às vezes também querem dizer sim. Apenas dizem não, porque, caramba, homem que é homem tem de dizer não, mesmo que às vezes queira dizer sim. Homem que é homem não é capacho de ninguém. Homem que é homem, tem o seu orgulho.

Portanto, estás a ver. A mulher tem muito mais trabalho em transformar um não orgulhoso de um homem em sim, do que o homem transformar um não caprichoso de uma mulher em sim.

Ser mulher é difícil.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Hola

trrrimmm

Yo: Estou?
?: Hola!
Yo: Hola!
?: Soy I. Feliz Año!
Yo: Hoooola I., Bom-Ano!
I. (jefe): Que tal?
Yo: Bién! Y tu?
I. (jefe): Pués bién! Las vacaciones han terminado! Y bueno ... esta siendo duro el regreso, pero ...
Yo: Si. Pués que te entiendo muy bién.
I. (jefe): Mira! Tenemos que hablar del budget del año pasado, del ultimo quarter, sabes?Podemos hablar mañana, nó?
Yo: Claro I. *Pero por la mañana, vale? És que por la tarde tengo el entrenamiento X ...
I. (jefe): Si, claro. Enviote la invitación.

(pumba!, conference call às 08.30 GMT, 09.30 CET)
(grandessíssimo cabrón)

[tenho mucha peña, mucha peña, lo siento muchísimo, mas o meu teclado não tem os pontos de exclamação e interrogação invertidos, mas entende-se na mesma, nó?]

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Hoje, chorei.

Chorei ao ver um homem de 75 anos chorar a morte do irmão de 65. Em todo o funeral, foi quando chorei. Comoveu-me ver-lhe as lágrimas a rolarem inteirinhas pela pele seca e estatelarem-se no chão, umas atrás das outras.

Hoje, telefonei a uma amiga que faz anos. Às 21.30. Estava com uma voz esquisita. Chateada comigo? Com pressa? Atarefada com o jantar para a família? Não sei. Sei que me soube mal.

Hoje, está a ser um dia estranho.

domingo, 9 de janeiro de 2011

You're shagadelic, baby!

Vanessa Kensington: I would never have sex with you, ever! If you were the last man on earth and I was the last woman on earth, and the future of the human race depedend on our having sex, simply for procreation, I still would have not sex with you.
Austin Powers: What's your point, Vanessa?

[Eu explico Vanessa. Na verdade o Austin só ouviu bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... Agora, eu também não compreendo. Se não queres sexo, porque raio estás tu a falar em sexo? Realmente, onde queres chegar?]

sábado, 8 de janeiro de 2011

Porque é que

magoamos sempre aqueles de quem mais gostamos? Que direito temos nós?

Será que é porque sabemos que continuam a gostar de nós?

Que arrogância a nossa!

Cosa Voglio di Più

Tanto! Tango!

Tiki-taka

Ainda não percebi bem o que é isso do tiki-taka, mas desconfio que envolve Davides e Goliases, não? Tipo gajos feios e inteligentes versus gajos musculosos e burros ...

Toda a gente sabe que os miolos vencem sempre os músculos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Confissão

Gosto de novelas de época. Das dos Anos 50, pelo guarda-roupa. Das do Séc. XIX, pelo cavalheirismo e salamaleques próprios da altura.

Sou ou não sou romântica?

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Do ciúme

Ouve-me Ruben Patrick, ouve-me. Olha para mim. Nos meus olhos - lá por eu ser simpática com os outros homens, não significa que eu me vá apaixonar por eles. Eu sei. Eu sei que tu os conheces, que és um deles. Que gostam de mulheres simpáticas. Que não resistem a mulheres simpáticas. Mas isso não siginfica que eu não lhes resista. Que eu não consiga desviar-me das investidas. Eu sei. Eu sei que sou simpática q.b.. Que os homens não resistem a mulheres simpáticas q.b. - aquela indiferença e calor em simultâneo. A mulheres que sorriem genuinamente. Mulheres cujos sorrisos on ne sait quoi, que é afinal um misto de inocência e malícia, sim, como uma criança, e que são capazes de envergonhar até o próprio astro maior, de tão luminosos.

Sabes que eu guardo para ti toda a minha vulnerabilidade, não sabes? Que a eles, aos outros, não a mostro.

Ruben Patrick quando me vires sorrir para os outros homens, só tens de te lembrar que o melhor sorriso que tenho só a ti mostro. Que eles não conhecem sorrisos meus que tu conheces. Ruben Patrick, quando me vires sorrir para eles, para os outros, só tens de sorrir também, porque eles querem conhecer o outro meu sorriso e eu não o mostro, senão a ti. Só tens de sorrir, porque tu tens uma coisa que eles não têm, não sabem como é e não a saberão. Deixa-os querer, Ruben Patrick. E sorri se me vires sorrir. Porque eu não vou estar a olhar para ti, a ser simpática para os outros, mas também hei-de estar a sorrir, porque sorris. Diz que se chama confiança.

Portanto, ciuminho bobo, né?