segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fui tão feliz em Braga

Diz que opina. Descubro-os todos na Ursa. Tá outra vez com a mania de encontrar O BILF. Para mim são todos, tá, Ursa? Escrevem todos que é uma maravilha.

[tinha ficado bem um trocadilho ali com o opinar, não tinha? não me apeteceu]

Os homens são como os hotéis

Os homens são como os hotéis.

Depois de teres estado num hotel de 5*, os de 4, já não falando dos de 3, fazem sentir-te hum desconfortável ...


(sim, o tamanho do quarto importa, o design do quarto importa, os estores automáticos do quarto importam, o chocolate negro na almofada importa, a fruta fresca importa, a funcionalidade do quarto sem perder o glamour importa, o veludo importa, a alcatifa alta importa, as quinhentas almofadas na cama importam, o roupão de griffe importa, as toalhas macias importam, até o raio do modelo da sanita importa ...)

Ter um termo de comparação é fodido.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Definição fácil

Nem mais!, Menino da mamã!

(a chatice é que a cabeça nem sempre combina com La Perla)

[Cutchi, cutchi]

(Menino da mamã in the house ... claro)

It's raining men


Não sendo eu uma apreciadora de Magritte (porque é difícil e eu ainda não encontrei ninguém que mo conseguisse explicar mensagem subliminar e incentivadora para Pulha), perco-lhe o respeito, pelo que ao deparar-me com o Golconda, só me lembro da Geri Halliwell.

Que heresia! Sei.
[de todas as formas, quase aposto que M. M. gostaria da spicy G]

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Brideshead Revisited

Cinco pessoas - três gajos e duas miúdas. Queijo, morangos, vinho (e então o saca-rolhas?, não temos!, vai pedir à recepção do hotel? hã?! não, afunda-se a rolha), chocolates, bacon ...

Eles, eles a falarem de futebol. Oh, o entusiasmo, o Messi, o Messi é o melhor jogador do mundo. Então não é o Ronaldo?, Não, é o Messi. Ok. Interessava-nos cebolas, a ela e a mim, o futebol. Começamos a falar de namorados. Dos antigos.

Ela - Epá, quando me disseste que andavas com um gajo que pintava os olhos ... achei o máximo!
Eu - Eu andei com um gajo que pintava os olhos? Não me lembro.
Ela -Sim, pelo menos foi o que me disseste ...
Eu - Ah, já sei o Josué ... pois pintava! Agora me lembro. Era qualquer coisa, o Josué. Uma vez apareceu-me com um casaco verde de veludo, comprido. Lindo. O espectáculo que demos na rua com o raio das pessoas a olharem para nós. "Oh, pra nós, tão diferentes, tão originais!".
Ela - (ri-se)
Eu - Ainda me lembro quando fui com ele a Santa Apolónia Campanhã (foreva!) comprar pedrinhas. Meto-me em cada uma. Deixa estar que tu também. Apareceste-me com um com rabo-de-cavalo. Giro. Já não me lembro como se chamava ...
Ela - Tó!
Eu - Pois ... e tiveste outro em Lisboa, fomos ter com ele uma vez. Lembro-me disso perfeitamente. Como se chamava?
Ela - Olha, já não me lembro ... (ri-se)
Eu - (rio-me) E aquele que era ... hum ... apaixonadíssimo por ti? Foi o cabo dos trabalhos para te livrares dele ...
Ela - Dinis.
Eu - E o outro, aquele primeiro?
Ela - José Carlos.
Eu - Caramba X., Quantos foram?

(começo a contá-los pelos dedos ..., 1,2,3,4,5 ...)

Ela - Hum, tanto silêncio de repente ...

E lá estão eles, os três, especados, com as orelhas arrebitadas. A sorrir.

ómeudeus

Tenho esta mania de testar a inteligência das pessoas, bitaitando com o chamado gozo fininho (gozo fininho, cá estão duas palavras incompatíveis), depois se elas não percebem, eu abuso até me cansar da brincadeira ou sentir-me mal (é sempre por esta última, que eu, parecendo que não, ainda tenho uma réstia pequenina de consciência), e quando me sinto mal, sinto-me mesmo muito mal, e depois prometo que não volto a fazer isto, e depois esqueço-me da promessa quando apanho outra pessoa que se põe a jeito para o gozo fininho. Tenho de quebrar este ciclo vicioso. Talvez um pouco de durex na boca resulte.

we'll always have paris, and london, and lisbon, and espinho, and funchal, and so many other

Paris et la Seine à Casablanca de Pedro.

via Pipoco (não vou pôr link porque toda a gente conhece o Pipoco, atrevo-me até a dizer que Pipoco por esta altura é mais conhecido que o próprio Tremoço)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

De repente

estás a jantar com um monte gente que vês todos os dias*entrar-te pela casa adentro sem te ter pedido permissão ...

Sentimentos experimentados: primeiro estranha-se, depois, oh, são apenas mais uns amigos de uma amiga.

*agora não que desde que tenho cabo deixei-me disso, de ver telenovelas, mas um dia, com toda a certeza, volto a elas.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Está tudo bem, está tudo bem

Por um acaso viram há pouco uma miúda a chorar copiosamente e a olhar desoladamente para um Modus (vidros fumados, não esquecer este pormenor), encostado ao rail da saída da VCI para a Maia, virado para o sentido contrário? Sim, naquela curva-ponte-filha-da-puta, nessa mesmo. Pois ...

Mas está tudo bem, está tudo bem. Foram apenas uns quantos piões, pára-choques dianteiro e traseiro fodidos e mais nada. Painéis laterais intactos (ainda estou para saber como), faróis intactos, e eu, a tremer ainda, mas intacta também. Portanto, está tudo bem, está tudo bem.

(podia ter capotado, podia ter feito um salto mortal, podia não estar aqui a escrever ...)

Amanhã é outro dia.

Ontem cometi uma loucura

Comi isto.

[sempre que como chocolate líquido, fico com uns bocadinhos na cara, lambuzada mesmo; limpei-os com o guardanapo ... sim, sei, já estavam a ver filmes, e continuam ...]

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Oh, oh

"Once you label me you negate me".

Oh

"Life is not a problem to be solved, but a reality to be experienced".

A bipolaridade e o amor

E é verdade. O amor torna-nos bipolares.

"Olha, vai à merda, ouviste? Eu amo-te! EU AMO-TE!".

[ouvido algures na cidade pelo A.F.]

Gentes de Lisboa e Arredores

OTELO

[é favor acorrer em massa ao Teatro da Trindade, que eu tenho amigos que precisam de comer; a peça é também ela um bom alimento para o espírito]
[Vite! Até 27 Fev]

sábado, 12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Hermes

Hermes. De Hermenegildo.

O Hermes é o guineense mais simpático, alegre e inteligente que conheço. Não conheço muitos. Só um. O Hermes é forte e quase tão preto como o carvão.

Revi-o a semana passada. O Hermes faz-me rir até me fazer doer a barriga. O Hermes conta uma piada, ou inventa-a no momento, conforme, e começa a rir-se e quando se ri, sacode os ombros. As sacudidelas de ombros dos Hermes levam-me às lágrimas. Ora imaginem lá um gajo forte, quase tão preto como o carvão, óbvios dentes alvos a rir-se e a sacudir os ombros!

O Hermes mora em Valência com a mulher e os quatro filhos. A família do Hermes é de linhagem, mas o Hermes só fala disso se lhe perguntarmos. Porque saíste da Guiné, Hermes? Ele responde por delicadeza e boa educação. Apenas. O Hermes viu matarem-lhe o pai.

Nao me recordo quantas nacionalidades estariam representadas à mesa. Umas quantas. Sei que nos entendemos todos, numa orgia de português, castelhano, francês e inglês. E rimo-nos muito, claro está. Mesmo o meu colega C., sobre quem o Hermes saiu-se com esta:

- Entonces, tu, C. solo hablas dós idiomas, verdad?
- ?! (já a rir-se)
- Pués sí, hombre! Hablas porrrtugués y porrrtelefono!

Oh

"Tu não és uma rapariga como as outras."

Quem a ouve, sabe. Quem a profere, nem sempre é merecedor de tal uniquicidade.

Não apetece escrever

Só apetece apetecer. Conhecer, acender, comer, lamber, beber, fazer, er, er, er, er, er, er, er e er.

Mas eu não tenho culpa nenhuma da momentânea bipolaridade de que padeço actualmente. Não! FeVEreiRO. É ele, é ele o culpado. Mesinho raquítico. Mesinho maníaco. Mesinho esquizofrénico. Mesinho mau. Mau! Mesinho nº 2. Mesinho enganador. Mesinho de sol e chuva. Mesinho de frio e calor. Mesinho curto. E longo. Mesinho de começos. Mesinho de 28 armado em 31. Mesinho de trabalho. Muito trabalho. Mesinho do meio. Mesinho "cai na real". Mesinho fdp.