segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Detesto confusões

Há uma Maya que anda a comentar o Anão Gigante e não sou eu.

Foda-se!

(também não me parece que seja a taróloga)

Foda-se! Foda-se! Foda-se!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A arte de roubar corações

Roubar um coração exige arte. Ou artimanha. Pausa para se refazerem do choque. Sim, meus amigos, arte e artimanha não são palavras antónimas. Atire a primeira pedra quem acha que toda a arte é pura. Atire a segunda pedra quem acha que toda a artimanha é ignóbil.

Porque é que ninguém se apaixona agora? Porque é que é tão difícil apaixonarmo-nos agora? A resposta é simples - já não há artistas. Quer dizer, artistas há, mas impuros. São os artistas que utilizam uma palete de cores pré-definidas para matar a fome alheia para saciar o seu próprio ego. São artistas que nunca criam as suas próprias cores. São os artistas das pinceladas rápidas. São os artistas a metro, ou à hora. São os artistas que cumprem prazos. Isto é praticar arte impura. Arte enganadora. Arte dissimulada. Arte bonita e estéril. E toda a gente sente, desde o esboço do quadro que está a ser roubado. Esfaimados, esquecem-se de fechar a porta. Esquecem-se uma vez, esquecem-se duas vezes, esquecem-se três vezes. Apenas após vários roubos, fecham a porta furiosa e raivosamente, porque "depois de casa roubada, trancas à porta".

E depois é difícil. Muito difícil abrir a porta quando lá batem. Um conselho: se baterem furiosamente, não abras. Finge-te morto. Se baterem quase imperceptivelmente, pergunta quem é. Poderá parecer-te alguém ardiloso, de artimanhas, mas estás enganado. É apenas alguém que não te quer assustar. Não te esqueças de estar sempre atento. Para ouvir o bater na porta, e as batidas do coração.

Six Pack ...

Soa-me sempre a gang bang.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Queria sonhar esta noite aqui


Palavra!(s)

Eu sou boa com palavras. Eu sou boa nas palavras. Nas visíveis. Nas outras - que andam no ar, não. Nem sempre.

Sou boa nas palavras visíveis.

Escrevo coisas - junto palavras - que me aparecem na cabeça. E parecem-me muito bem e interessantes. Nem sempre as compreendo de imediato e isto é estranho. Só mais tarde é que chego lá. Depois dos outros. Sempre.

Acho que vou começar a acreditar na transmissão de pensamentos.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A Fanny que há em mim


Saúl, quero cantar contigo!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Os Globos coiso

Eu gosto de cinema. Entretem-me. Faz-me rir. Faz-me chorar. Faz-me pensar. Faz-me adormecer. Faz-me odiar e amar. Faz-me essas coisas todas. Mas, acima de tudo, entretem-me. Portanto, eu gosto de cinema. Aliás, gosto de ver filmes. O resto é merda. O resto é toda a fantochada à volta dos atores, atrizes, o que vestem, o que/quem despem, o que/quem comem, o que/quem deixam de comer, quem encornam, etc.

Isto a propósito dos Globos coiso, nem sei bem como é que aquilo se chama, de que vi parte da repetição ontem à noite no Sony. Todos tão trengos. Tadinhos. Ah, menos o Chris Plummer - o capitão ou o que raio do The Sound of Music (ponho assim em inglês, que eu tenho leitores internacionais), lembram-se? Este foi o único - do que eu vi - que conseguiu ser sereno e coerente (muitos anos a virar frangos, sim, porque é casado e tal, mas a ninguém me tira a ideia que o Christopher ... bem).

Ricky, pá, que te fizeram?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Skal

(Maya, como sempre, riu-se onde mais ninguém se riu ...)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Gajas, de uma vez por todas

... porque raio insistem em ir às compras com gajos? Foda-se, ninguém no seu perfeito juízo vai fazer compras com gajos, ou até com amigas.

Primeiro, caso se vá com gajos - a não ser que sejam gays - é de um desgaste para eles, chiça! Para mim seria. Basta imaginar-me acompanhar um gajo na escolha e compra de pneus, amortecedores, velas, polimentos e o diabo ao quatro. Grande seca! A não ser que seja para o MEU carro. Explicava-me muito direitinho (ah, que oportunidade maravilhosa para um gajo) o porquê entre escolher uns a outros e eu dizia que sim (é o melhor na relação qualidade-preço? ótimo, siga!) e esquecia-me das vantagens pormenorizadamente explicadas à exaustão (foda-se!) no dia seguinte.

Caso se vá com gajas, bem ... Imaginem-me como um gajo quando acompanha uma amiga nas compras.

Segundo, estragar o deleite estampado na cara do gajo quando aparecemos com uma cena nova? É dos melhores momentos na vida de uma miúda. Ver a cara do gajo em modo "vou tão tirar-te isso logo à noite!". Estragar a cara de admiração (e pontinha de inveja ihih) das amigas? Não ...

Portanto, deixem-se dessa merda.

(de nada!)

Não sou perfeita

... mas por que raios esperam que eu seja sempre perfeita?

(quem, quem, meudeus, me há de aturar os meus momentos-palhaça? é que é uma coisa de momentos, mesmo, depois volto ao normal, num ápicezinho, basta que me digam "estás a ser palhaça!", que eu num par de horas, caio na real. até lá, vão dar uma volta sim? que é para não me verem em figuras degradantes)

Já a ver-me chorar, toda a gente gosta ... Desperta o instinto protetor, acho.

Ah, voltei!