"Os livros do José Rodrigues dos Santos são livros d'Os Cinco para adultos".
- Lis
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O primeiro beijo
Hoje, ao ouvir o Conversa de Raparigas, sim, eu ouço o Conversa de Raparigas, constatei com tristeza de que não recordo o meu 1.º beijo. Pergunto-me entretanto porque não me terá ficado na memória. Não deve ter sido assim tão mau. Não sei com quem foi (desconfio apenas). Não sei como foi. Não sei onde foi. Não sei quando foi. Engraçada a minha memória. Eu sei perfeitamente como a desgraçada funciona. Deleta tudo o que não me interessa. Faz que como uma limpeza automática de items older than. Tenho pena que o meu 1.º beijo não tenha ficado na memória à mão de semear. Desconfio que devo tê-lo guardado tão bem que já não sei em que gaveta o pus. Estou angustiada. Não descansarei enquanto não o encontrar.
Consola-me o facto de recordar muito bem outros primeiros beijos. Mas isso "são outros quinhentos".
[já sei o que estão a pensar essas lindas cabecinhas; não, não dei assim taaaaaaantos primeiros beijos]
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
30 things PORN has taught us all
Chez Pullá (sim, n'O Bom Sacana, where else?)
# 24 - Women always look pleasantly surprised when they open a man's trousers and find a cock there.
Acho que se esqueceram ali algures de um big, não?
Quanto a isso das mulheres modernas quererem amar à homem ... Pois, eu também acho que vou aproveitar os saldos para comprar alguns pares de sapatos.
# 24 - Women always look pleasantly surprised when they open a man's trousers and find a cock there.
Acho que se esqueceram ali algures de um big, não?
Quanto a isso das mulheres modernas quererem amar à homem ... Pois, eu também acho que vou aproveitar os saldos para comprar alguns pares de sapatos.
Gostava tanto de ser parecida com a Oprah
Na parte de ser rica.
[Oprah, os teus pais não gostavam mesmo nadinha de ti, se gostassem, tinham-te chamado Oprahonce, que é muito mais bonito]
[Oprah, os teus pais não gostavam mesmo nadinha de ti, se gostassem, tinham-te chamado Oprahonce, que é muito mais bonito]
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Amuletos da Sorte

Descubro que o meu é um cachecol azul, enorme, 2 voltas pelo pescoço e mesmo assim as pontas com franjas passam dos joelhos. Sempre que o uso consigo o que quero.
O meu problema: como é que eu me vou safar no Verão?
domingo, 23 de janeiro de 2011
Para o que ouço e vejo, nem pestanejo!
Ouvido ontem de passagem.
"O que precisávamos agora era de 20 Salazares para ver se isto ia ao sítio".
"Que é isso da liberdade de expressão? Liberdade de expressão! Eu quero é andar segura na rua".
"Uma pessoa não pode dizer mal dele (referia-se a José Sócrates Sousa), que é logo despedida".
Isto aqui em cima foi tudo dito pela mesma pessoa.
Um queque de chocolate do Maia Palace para quem acertar na idade de quem "amandou" tão belas pérolas de sabão.
"O que precisávamos agora era de 20 Salazares para ver se isto ia ao sítio".
"Que é isso da liberdade de expressão? Liberdade de expressão! Eu quero é andar segura na rua".
"Uma pessoa não pode dizer mal dele (referia-se a José Sócrates Sousa), que é logo despedida".
Isto aqui em cima foi tudo dito pela mesma pessoa.
Um queque de chocolate do Maia Palace para quem acertar na idade de quem "amandou" tão belas pérolas de sabão.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Cachoeira, precisa-se! Urgentemente!
Ensaboo-me. Passo a água. Depois ... deixo-me estar ali durante dois minutos. Olhos fechados. A água quente a picar-me os ombros ... Evado-me. Para a Terra do Nunca. Onde não se pensa. Onde não se sente. Onde nada. Onde apenas se está.
Dois preciosos minutos. E maravilhosamente eternos, durante 120 segundos.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Boa-noite
Quer-me parecer que este blogue tem os dias contados.
(vou comer uma bolacha de chocolate, aconchegar-me e dormir sobre o assunto)
(não se assustem, amanhã já mudei de ideias outra vez, a culpa não é minha, compreendam, é da lua, essa desgraçada! que faz com que as marés e eu andemos num constante vaivém, um dia destes dou-lhe um tiro, já andei a treinar a pontaria da minha varanda, acreditem, quando olharem para o céu e não virem lá a lua, já sabem, foi a Maya que a matou, matou-a para ser feliz, não se importam de ficar sem lua, pois não? :)
(vou comer uma bolacha de chocolate, aconchegar-me e dormir sobre o assunto)
(não se assustem, amanhã já mudei de ideias outra vez, a culpa não é minha, compreendam, é da lua, essa desgraçada! que faz com que as marés e eu andemos num constante vaivém, um dia destes dou-lhe um tiro, já andei a treinar a pontaria da minha varanda, acreditem, quando olharem para o céu e não virem lá a lua, já sabem, foi a Maya que a matou, matou-a para ser feliz, não se importam de ficar sem lua, pois não? :)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Contagem da noite
Maya 0 - 1 Frigideira
Acontece! :)
[Hoje, contaram-me um segredo. Mais um segredo. Vou começar a cobrar. Eu não sou nenhum Banco de Segredos! Que abuso! Depositar segredos assim numa pessoa, sem abrir conta, sem perguntar qual o valor mínimo para abrir conta, sem perguntar quais os juros ... Ele são amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos. Sim, desconhecidos. Apanham-me sentada num banco de jardim, a relaxar, e passado um bocado lá estou eu transformada em fiel depositária de mais uns quantos segredos de pessoas que nunca vi na vida. A sério, porquê eu?]
Acontece! :)
[Hoje, contaram-me um segredo. Mais um segredo. Vou começar a cobrar. Eu não sou nenhum Banco de Segredos! Que abuso! Depositar segredos assim numa pessoa, sem abrir conta, sem perguntar qual o valor mínimo para abrir conta, sem perguntar quais os juros ... Ele são amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos. Sim, desconhecidos. Apanham-me sentada num banco de jardim, a relaxar, e passado um bocado lá estou eu transformada em fiel depositária de mais uns quantos segredos de pessoas que nunca vi na vida. A sério, porquê eu?]
domingo, 16 de janeiro de 2011
Do sim e do não
O que me rio quando algum homem me (nos) vem com a conversa de que eles, homens, são simples. Que não são complicados. Que um sim é um sim, e que um não é um não.
Já quando é alguma mulher que me diz que os homens são mais simples que as mulheres, tenho apenas vontade de lhe dizer que ela é burra. Mas pronto, lá me contenho (uma pessoa não pode insultar os outros a torto e a direito, a não ser que esteja na disposição de comprar uma guerra; ora as guerras são um desperdício de tempo e energia, pelo que não valem a pena), como dizia, lá me contenho e explico-lhe como e porque os homens não são simples e são também tão complexos quanto as mulheres.
Então, digo-lhe: ouve, os homens fazem um esforço terrível para parecerem simples. E pragmáticos. E fortes. É assim que são ensinados, sabes? São uns ensinamentos que os pais gostam de passar aos filhos. Aquelas tretas, sabes, que um homem não chora, um homem é sempre forte, um homem não verga, homem que é homem não se fica e por aí adiante.
E depois digo ainda: aprender a não chorar não é possível, sabes, como toda a gente, de resto, sabe. Pode aprender-se a tentar não chorar. Pode aprender-se a tentar engolir em seco umas quantas vezes, para as lágrimas não saltarem. Pode aprender-se a chorar apenas quando se está sozinho. Pode-se, em última instância, fazer uma operação para estrangular os sacos lacrimais. Agora, aprender a não chorar, lamento, mas isso é de todo impossível.
Acrescento, em tom de retórica: já viste os dilemas que os gajos enfrentam todos os dias? Apetecer chorar e não o poder fazer porque, porra, homem que é homem não chora.
E continuo: é como aquela piada que eles gostam muito de referir, de que quando as mulheres dizem não, às vezes querem dizer sim. Isto, como sabes, é inteiramente verdade. Por capricho, às vezes dizemos não, quando estamos a morrer para dizer sim. Além do facto de termos sido ensinadas a fazer-nos de difíceis, porque as nossas mães e avós sabem que os homens pelam-se por uma conquista difícil (mulher, negócio, enfim tudo o que der luta), além daquilo, de termos sido ensinadas, nós apanhámos-lhe o gosto do capricho de os ver tentar, tentar, tentar e tentar. Dá-nos gozo.
Eles, eles quando dizem não, às vezes também querem dizer sim. Apenas dizem não, porque, caramba, homem que é homem tem de dizer não, mesmo que às vezes queira dizer sim. Homem que é homem não é capacho de ninguém. Homem que é homem, tem o seu orgulho.
Portanto, estás a ver. A mulher tem muito mais trabalho em transformar um não orgulhoso de um homem em sim, do que o homem transformar um não caprichoso de uma mulher em sim.
Ser mulher é difícil.
Já quando é alguma mulher que me diz que os homens são mais simples que as mulheres, tenho apenas vontade de lhe dizer que ela é burra. Mas pronto, lá me contenho (uma pessoa não pode insultar os outros a torto e a direito, a não ser que esteja na disposição de comprar uma guerra; ora as guerras são um desperdício de tempo e energia, pelo que não valem a pena), como dizia, lá me contenho e explico-lhe como e porque os homens não são simples e são também tão complexos quanto as mulheres.
Então, digo-lhe: ouve, os homens fazem um esforço terrível para parecerem simples. E pragmáticos. E fortes. É assim que são ensinados, sabes? São uns ensinamentos que os pais gostam de passar aos filhos. Aquelas tretas, sabes, que um homem não chora, um homem é sempre forte, um homem não verga, homem que é homem não se fica e por aí adiante.
E depois digo ainda: aprender a não chorar não é possível, sabes, como toda a gente, de resto, sabe. Pode aprender-se a tentar não chorar. Pode aprender-se a tentar engolir em seco umas quantas vezes, para as lágrimas não saltarem. Pode aprender-se a chorar apenas quando se está sozinho. Pode-se, em última instância, fazer uma operação para estrangular os sacos lacrimais. Agora, aprender a não chorar, lamento, mas isso é de todo impossível.
Acrescento, em tom de retórica: já viste os dilemas que os gajos enfrentam todos os dias? Apetecer chorar e não o poder fazer porque, porra, homem que é homem não chora.
E continuo: é como aquela piada que eles gostam muito de referir, de que quando as mulheres dizem não, às vezes querem dizer sim. Isto, como sabes, é inteiramente verdade. Por capricho, às vezes dizemos não, quando estamos a morrer para dizer sim. Além do facto de termos sido ensinadas a fazer-nos de difíceis, porque as nossas mães e avós sabem que os homens pelam-se por uma conquista difícil (mulher, negócio, enfim tudo o que der luta), além daquilo, de termos sido ensinadas, nós apanhámos-lhe o gosto do capricho de os ver tentar, tentar, tentar e tentar. Dá-nos gozo.
Eles, eles quando dizem não, às vezes também querem dizer sim. Apenas dizem não, porque, caramba, homem que é homem tem de dizer não, mesmo que às vezes queira dizer sim. Homem que é homem não é capacho de ninguém. Homem que é homem, tem o seu orgulho.
Portanto, estás a ver. A mulher tem muito mais trabalho em transformar um não orgulhoso de um homem em sim, do que o homem transformar um não caprichoso de uma mulher em sim.
Ser mulher é difícil.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Hola
trrrimmm
Yo: Estou?
?: Hola!
Yo: Hola!
?: Soy I. Feliz Año!
Yo: Hoooola I., Bom-Ano!
I. (jefe): Que tal?
Yo: Bién! Y tu?
I. (jefe): Pués bién! Las vacaciones han terminado! Y bueno ... esta siendo duro el regreso, pero ...
Yo: Si. Pués que te entiendo muy bién.
I. (jefe): Mira! Tenemos que hablar del budget del año pasado, del ultimo quarter, sabes?Podemos hablar mañana, nó?
Yo: Claro I. *Pero por la mañana, vale? És que por la tarde tengo el entrenamiento X ...
I. (jefe): Si, claro. Enviote la invitación.
(pumba!, conference call às 08.30 GMT, 09.30 CET)
(grandessíssimo cabrón)
[tenho mucha peña, mucha peña, lo siento muchísimo, mas o meu teclado não tem os pontos de exclamação e interrogação invertidos, mas entende-se na mesma, nó?]
Yo: Estou?
?: Hola!
Yo: Hola!
?: Soy I. Feliz Año!
Yo: Hoooola I., Bom-Ano!
I. (jefe): Que tal?
Yo: Bién! Y tu?
I. (jefe): Pués bién! Las vacaciones han terminado! Y bueno ... esta siendo duro el regreso, pero ...
Yo: Si. Pués que te entiendo muy bién.
I. (jefe): Mira! Tenemos que hablar del budget del año pasado, del ultimo quarter, sabes?Podemos hablar mañana, nó?
Yo: Claro I. *Pero por la mañana, vale? És que por la tarde tengo el entrenamiento X ...
I. (jefe): Si, claro. Enviote la invitación.
(pumba!, conference call às 08.30 GMT, 09.30 CET)
(grandessíssimo cabrón)
[tenho mucha peña, mucha peña, lo siento muchísimo, mas o meu teclado não tem os pontos de exclamação e interrogação invertidos, mas entende-se na mesma, nó?]
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Hoje, chorei.
Chorei ao ver um homem de 75 anos chorar a morte do irmão de 65. Em todo o funeral, foi quando chorei. Comoveu-me ver-lhe as lágrimas a rolarem inteirinhas pela pele seca e estatelarem-se no chão, umas atrás das outras.
Hoje, telefonei a uma amiga que faz anos. Às 21.30. Estava com uma voz esquisita. Chateada comigo? Com pressa? Atarefada com o jantar para a família? Não sei. Sei que me soube mal.
Hoje, está a ser um dia estranho.
Hoje, telefonei a uma amiga que faz anos. Às 21.30. Estava com uma voz esquisita. Chateada comigo? Com pressa? Atarefada com o jantar para a família? Não sei. Sei que me soube mal.
Hoje, está a ser um dia estranho.
domingo, 9 de janeiro de 2011
You're shagadelic, baby!
Vanessa Kensington: I would never have sex with you, ever! If you were the last man on earth and I was the last woman on earth, and the future of the human race depedend on our having sex, simply for procreation, I still would have not sex with you.
Austin Powers: What's your point, Vanessa?
[Eu explico Vanessa. Na verdade o Austin só ouviu bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... Agora, eu também não compreendo. Se não queres sexo, porque raio estás tu a falar em sexo? Realmente, onde queres chegar?]
Austin Powers: What's your point, Vanessa?
[Eu explico Vanessa. Na verdade o Austin só ouviu bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... bla bla bla ... sex ... Agora, eu também não compreendo. Se não queres sexo, porque raio estás tu a falar em sexo? Realmente, onde queres chegar?]
sábado, 8 de janeiro de 2011
Porque é que
magoamos sempre aqueles de quem mais gostamos? Que direito temos nós?
Será que é porque sabemos que continuam a gostar de nós?
Que arrogância a nossa!
Será que é porque sabemos que continuam a gostar de nós?
Que arrogância a nossa!
Tiki-taka
Ainda não percebi bem o que é isso do tiki-taka, mas desconfio que envolve Davides e Goliases, não? Tipo gajos feios e inteligentes versus gajos musculosos e burros ...
Toda a gente sabe que os miolos vencem sempre os músculos.
Toda a gente sabe que os miolos vencem sempre os músculos.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Confissão
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Do ciúme
Ouve-me Ruben Patrick, ouve-me. Olha para mim. Nos meus olhos - lá por eu ser simpática com os outros homens, não significa que eu me vá apaixonar por eles. Eu sei. Eu sei que tu os conheces, que és um deles. Que gostam de mulheres simpáticas. Que não resistem a mulheres simpáticas. Mas isso não siginfica que eu não lhes resista. Que eu não consiga desviar-me das investidas. Eu sei. Eu sei que sou simpática q.b.. Que os homens não resistem a mulheres simpáticas q.b. - aquela indiferença e calor em simultâneo. A mulheres que sorriem genuinamente. Mulheres cujos sorrisos on ne sait quoi, que é afinal um misto de inocência e malícia, sim, como uma criança, e que são capazes de envergonhar até o próprio astro maior, de tão luminosos.
Sabes que eu guardo para ti toda a minha vulnerabilidade, não sabes? Que a eles, aos outros, não a mostro.
Ruben Patrick quando me vires sorrir para os outros homens, só tens de te lembrar que o melhor sorriso que tenho só a ti mostro. Que eles não conhecem sorrisos meus que tu conheces. Ruben Patrick, quando me vires sorrir para eles, para os outros, só tens de sorrir também, porque eles querem conhecer o outro meu sorriso e eu não o mostro, senão a ti. Só tens de sorrir, porque tu tens uma coisa que eles não têm, não sabem como é e não a saberão. Deixa-os querer, Ruben Patrick. E sorri se me vires sorrir. Porque eu não vou estar a olhar para ti, a ser simpática para os outros, mas também hei-de estar a sorrir, porque sorris. Diz que se chama confiança.
Portanto, ciuminho bobo, né?
Sabes que eu guardo para ti toda a minha vulnerabilidade, não sabes? Que a eles, aos outros, não a mostro.
Ruben Patrick quando me vires sorrir para os outros homens, só tens de te lembrar que o melhor sorriso que tenho só a ti mostro. Que eles não conhecem sorrisos meus que tu conheces. Ruben Patrick, quando me vires sorrir para eles, para os outros, só tens de sorrir também, porque eles querem conhecer o outro meu sorriso e eu não o mostro, senão a ti. Só tens de sorrir, porque tu tens uma coisa que eles não têm, não sabem como é e não a saberão. Deixa-os querer, Ruben Patrick. E sorri se me vires sorrir. Porque eu não vou estar a olhar para ti, a ser simpática para os outros, mas também hei-de estar a sorrir, porque sorris. Diz que se chama confiança.
Portanto, ciuminho bobo, né?
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