segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma hora da tarde? Vou almoçar.

Descoberto e roubado daqui, enquanto pesquisava 'ângulo de erecção do pénis'. Obrigada Henrique!

Fora as partes lamechas, dá vontade de ir à casa-de-banho (dá, dá!).

"Frazão e Débora se conheceram em Barretos, ainda no segundo grau e foi amor à primeira vista. No entanto, os dois encaravam o amor de maneira completamente diferente. Para Frazão, amor era uma coisa e sexo era outra. Ele amava perdidamente Débora, mas não abriria mão de sexo com outras mulheres, pois, afinal de contas, sexo era quase como um esporte para ele. Já para Débora, o amor representava fidelidade total ao ser amado, principalmente quando o assunto era sexo.Apesar de tudo, os dois engrenaram um namoro depois um noivado que juntos duraram seis anos e acabou em casamento a mais ou menos dez. Débora sempre foi uma garota muito bonita, a sua simples presença fazia com que homens e mulheres reparassem nela, o que enchia Frazão de orgulho. Ele adorava exibi-la em festas e eventos. Incentivava para que ela se vestisse de forma muito sexy e era fácil perceber que ele sentia prazer quando outros homens olhavam com desejo para sua mulher. Débora sempre fora uma garota muito reservada, não se sentia bem quando percebia ser o centro das atenções. Apesar de gostar de se vestir bem, usava roupas mais ousadas apenas depois de Frazão muito insistir com ela. Frazão, por sua vez, sempre foi muito extrovertido, se enturmava com muita facilidade, tinha uma lábia invejável e sempre que podia usava este arsenal a seu favor, no sentido de obter novas conquistas amorosas.Débora no começo brigara muito, primeiro com seu namorado, noivo e finalmente marido, mas acabou por optar em fazer vistas grossas para a conduta do companheiro. Talvez por cansaço ou porque acabou se conformando com o fato de que ele nunca mudaria. Pensou algumas vezes em traí-lo, mas nunca teve coragem. Chegou até a flertar algumas vezes, oportunidades não faltaram, mas ela era realmente apaixonada por Frazão e preferiu se manter fiel ao canalha, pois tirando as eventuais escapadas do marido, em busca de algum rabo de saia, em todos os outros critérios ele era impecável com ela. Nunca deixa faltar nada em casa, era carinhoso e na cama eles sempre se deram muito bem.
Foi a mais ou menos três anos que Frazão comprou um computador e começou a acompanhar alguns sites de relacionamentos, principalmente os que eram especializados em swing. O que mais o agradou foi um site carioca intitulado “Fantasia para Casais”. Aos poucos, aquele site tornou-se uma pequena obsessão para ele. Chegava a acessar pelo menos duas vezes ao dia. Chamava Débora e mostrava as fotos do casal e dos casais amigos, quase sempre em poses que exibiam a nudez parcial ou total daquelas pessoas, além de também exibirem fotos de sexo grupal, que envolviam dois ou mais casais. De apenas acompanhar vendo as fotos e lendo os relatos, para começar a se corresponder com eles foi um pulo. Débora não estava gostando nada daquilo, mas começou a perceber que, desde que começara com aquela brincadeira as suas saídas com outras mulheres também haviam diminuído, quase até cessarem. Como aquilo de certa forma acalmara o marido, ela até entrou na brincadeira, lia as postagens e até se divertia, pois até que eram bem escritas, com uma boa carga de humor e uma dose de erotismo que às vezes até a deixam excitada. Frazão ficou sócio e mediante o pagamento de uma pequena mensalidade tinha acesso a todas as fotos das festas realizadas, ora na casa de um, ora na casa de outros do grupo.
Foi então que certo dia Frazão propôs à Débora fazerem algumas fotos para o site. Débora prontamente se recusou, disse que aquilo era um absurdo, mas como o poder de persuasão de Frazão era irresistível, Débora acabou cedendo, mas com a condição de que os rostos não fossem mostrados. Ele primeiro tirou algumas fotos de Débora. Uma semana antes pedira para ela tomar muito sol a fim de se bronzear e deixar a marquinha do biquíni bem evidente. Pediu também para que ela desse um trato especial nos pelos pubianos aloirados, que foram muito bem aparados a fim de deixar as fotos irresistíveis, como dizia ele. Ele também tratou de fazer regime e voltou a malhar para sair mais apresentável nas fotos. No entanto, as fotos em que apareciam juntos não ficaram muito boas e então ele propôs contratar uma fotógrafa amiga de Débora para apresentarem fotos de melhor qualidade.. Débora novamente relutou e ele teve que novamente convencê-la, até que, finalmente, ela mais uma vez cedeu às vontades dele.Quando se sentiram em condições para encarar o desafio chamaram a tal amiga de Débora, Nádia. Nádia já fizera alguns trabalhos fotográficos, inclusive nus. Eles ofereceram a ela um bom dinheiro para fotografá-los enquanto faziam sexo. Foram até um motel e após dez minutos Débora deixou a timidez de lado e transaram de todas as maneiras possíveis, exploraram todas as variáveis possíveis para um homem e uma mulher e tudo ia sendo registrado pela fotógrafa, que algumas vezes chegou a ficar corada com tamanha desenvoltura do casal. Para eles transar aos olhos de uma lente fotográfica era realmente muito excitante.Duas horas depois, exaustos de tanto gozar e com quase 800 fotos no cartão de memória da máquina, muitas delas repetidas, é verdade, mas com material suficiente para editar e remeter para a sessão intitulada convidados do site. Trataram de selecionar as dez melhores, ocultar os rostos e postar o material para os amigos cariocas. Apesar de não mostrarem os rostos, isso não impediu que os novos amigos ficassem interessadíssimos em conhecer pessoalmente o casal do interior de São Paulo, principalmente Débora que acabou levando o título de melhor convidada do Mês.
Débora ficara envaidecida com o título ofertado a ela, mas foi Frazão que ficou mais envaidecido. Queria a todo custo ir até o Rio para conhecer pessoalmente os novos amigos.Mais uma vez não foi fácil convencer Débora e após três longos meses de negociações, primeiro entre Débora e Frazão, depois com a turma do Rio, praticamente implorando para ela aceitar o convite, principalmente o casal que produzia o site, ela finalmente concordou em participar de um evento que ocorreria no sítio do casal carioca, em Angra dos Reis. Frazão chegou a perder as esperanças de convencer Débora a ir à festa, tentou por mais de dois meses e nada dela aceitar. Neste espaço de tempo três outras festas ocorreram e Débora percebeu que as fotos postadas das festas no sítio eram menos explicitas e muito mais comportadas se comparadas com as festas da cidade. Foi então que ela manteve contato, primeiro através do MSN, depois pelo telefone com Amanda, mulher de Marcelo, que editava e colocava o site na rede. Amanda lhe dissera que as festas no sítio eram muito mais família, pois às vezes tinham que convidar algumas pessoas que não sabiam das práticas do grupo e que em Angra quase nunca rolava nada, seria apenas um churrasco com cerveja, praia e muita diversão. O encontro seria apenas para se conhecerem melhor. Foi assim que Débora finalmente cedeu e acabaram acertando que iriam para o próximo churrasco, que seria dali a duas semanas.Para Frazão estas duas semanas foram dois anos, mas para Débora, dois dias. O incrível era como ambos encaravam de maneira diferente aquela oportunidade de conhecer aquelas pessoas. Para Frazão, era a oportunidade ideal para vivenciar algo que nunca experimentara antes, sexo grupal. Já para Débora, toda vez que pensava no assunto sentia uma desconfortável dor de estômago e por vezes se arrependia por ter deixado aquilo tudo aquilo ter ido tão longe.
Tarde noite de sexta-feira, a previsão para o dia seguinte no estado do Rio de Janeiro era de sol e muito calor. O casal saiu de Barretos por volta das 20:00 hrs. Seria uma viagem de mais ou menos 900 Km. Partiram a bordo da caminhonete importada do irmão de Frazão, que gentilmente cedeu o carro para a viagem. Disseram que iriam passar um final de semana em Angra dos Reis, uma segunda lua de mel. Seriam mais ou menos doze horas de viagem e deveriam chegar lá por volta das 8:00 do dia seguinte. Frazão não se cabia de contentamento e Débora parecia estar indo para a guerra, tamanho era o seu desânimo. Ela não era de se abrir e não comentara com ninguém sobre a viagem. Remoera sozinha durante aquele tempo todo a angústia que aquilo lhe causava. Entrou no carro, tomou um dramin e finalmente partiram. Recostou-se no banco, pegou um cobertor e o jogou sobre si. Viu quando pegaram o trevo, acessaram a estrada e foi só. Pegou no sono e só acordou quando os primeiros raios de sol bateram em seu rosto.- A bela adormecida finalmente acordou. Exclamou Frazão.- Não sou a bela adormecida, seu bobo. Se eu fosse ela, só despertaria com o beijo de um príncipe.- Pois foi não um príncipe, mas o Rei Sol que acabou de lhe tascar um beijasso, não percebeu meu amor. Olhe que dia maravilhoso que se anuncia.- Pois eu preferia que chovesse, talvez você mudasse de idéia e daria meia volta.- Nada disso amor, o dia será maravilhoso, o final de semana será inesquecível.- É, Frazão, disso eu não duvido.
Chegaram por volta das nove horas, pois tiveram certa dificuldade para achar o local. Frazão ligou no celular de Marcelo e este foi lhe explicando o caminho. Ao chegar foram recebidos com muita festa, até parecia que já se conheciam. No pequeno sítio estavam apenas quatro casais, todos em volta da piscina. Duas das mulheres aproveitavam o belo dia e tomavam sol apenas com a parte de cima do biquíni. Frazão ficou encantado com tudo que viu, a casa, a piscina e principalmente as mulheres. A reação de todos também não foi diferente com relação a eles, acharam Frasão muito simpático e sociável e quanto a Débora os homens e até algumas das mulheres ficaram encantados com sua beleza. Amanda e Marcelo se mostraram anfitriões muito amáveis e simpáticos, mostraram a casa toda a eles, uma enorme casa por sinal. Dois andares, que abrigavam muitos quartos na parte de cima e uma ampla sala, cozinha e um salão de jogos muito bem equipado na parte de baixo. A casa possuía seis quartos, quatro deles com suítes, todas com hidromassagem.Frazão e Débora foram acomodados em uma das suítes. Tomaram um banho rápido e colocaram suas roupas de banho. Frazão fez questão que Débora exibisse o seu biquíni mais provocante. Quando desceram, ela estava simplesmente exuberante. Todos os presentes não puderam conter o impacto causado por Débora, tanto os homens como as mulheres praticamente a comeram com os olhos. Frazão não se cabia em si de tanta satisfação. Bebericou uma cerveja aqui, uma batida ali e logo já estava muito mais sociável do que de costume. As mulheres se encarregaram de deixá-lo mais alegre ainda, pois começaram a se insinuar para ele, num delicioso jogo de sedução. Amanda por sua vez tratou de dar mais atenção à Débora, pois percebeu que esta estava um pouco encabulada e também um pouco envergonhada com a atitude do marido perante as outras mulheres. Talvez tenha sido por isso que Débora, que nunca foi de beber, acabou aceitando as batidas oferecidas por Amanda e Marcelo.Num dado momento Marcelo e Amanda chamaram Débora para pegar mais algumas bebidas no interior da casa. Lá dentro, a primeira investida partiu de Amanda que aproveitou a distração de Débora para se chegar por trás e roçar os lábios no pescoço de Débora, que tomou um susto.- Nossa Débora, como você é arisca.- Peço desculpas, você me assustou.- Como assim, você se assusta com mulheres?- Não, eu apenas não estou acostumada com isso.O casal percebeu que Débora estava visivelmente constrangida com a situação e resolveu pegar mais leve com ela. Apenas pegaram as bebidas e saíram novamente.Lá fora, Frazão aproveitava de todas as formas a estadia. Uma das mulheres que estava sem a parte de cima do biquíni bebia a seu lado num sofá grande. Ele bebia um gole de batida e em seguida passava a língua de leve em um dos seios da mulher e assim que o fazia pedia desculpas para o marido dela que a esta altura já estava atracado com a esposa de outro. Débora percebeu que o clima ali só esquentaria mais e mais e resolveu tentar se soltar um pouco entornando as batidas que ora Marcelo, ora Amanda lhe ofereciam.Por volta de meio dia, Frazão já tinha comido, bebido, beijado e o cansaço da noite passada ao volante começou a fazer efeito. Foi então que se recostou num sofá grande na enorme varanda que era sombreada por uma imensa árvore e ali, poucos momentos depois, adormeceu.
Quando acordou sua cabeça doía. Não ouvia nada, apenas o barulho do mar. Onde estariam todos? Devo ter dormido por quase uma hora, pensou. Ainda ficou por ali por mais ou menos dez minutos, até que ouviu um barulho num dos carros na garagem coberta. Levantou-se e foi até lá. Foi então que se deparou com um dos convidados totalmente nu, segurando uma pequena caixa. Estranhou aquilo e perguntou:- Onde estão todos?- Estão lá em cima. Desci, pois já acabamos com uma caixa.- Caixa do que?Foi ai que o rapaz lhe mostrou uma caixa com a inscrição Durex Confort 60 Lubrificated Látex Condoms e começou a subir a escada. Frazão o seguiu até o último quarto do andar superior, o maior de todos. Ao entrar, viu a cena que nunca sairá da sua memória, mesmo que viva por 120 anos: A sua Débora, sua amada Débora sentada em um dos maridos, cujo nome ele não sabia. Ele tinha o seu falo totalmente engolido pela boceta de Débora. Um segundo marido, que mal fora apresentado a ele, se encarregava de penetrar sua Débora por trás. Logo por trás coisa que ela raramente permitia que ele fizesse. E, como tiro de misericórdia, Marcelo tinha seu cacete sugado, engolido, manipulado por Débora. Sem perceber que ele estava ali, Débora se mexia incessantemente, gemia, dava gritinhos, soava em bica, buscando prazer, enquanto que as outras mulheres se masturbavam vendo a cena. Frasão ainda olhou em volta, notou todos aqueles corpos morenos daquelas belas mulheres, mas percebeu que nenhuma delas se comparava à sua Débora. Ficou ali, inerte e paralisado por cerca de vinte segundos e foi nestes vinte segundos que viu a verdadeira face de sua esposa, face esta que nunca teria aparecido se ele não a tivesse feito despertar; se ele não a tivesse colocado naquela situação. Naqueles vinte segundos refletiu sobre sua conduta e pôde ver o quanto ele fora canalha com ela. No entanto, ao mesmo tempo, sentiu muita raiva dela e foi a raiva que o fez despertar num grito:- VAGABUNDA!Todos que estavam no quarto se assustaram. Com o susto, Débora deu uma bela mordida no instrumento de Marcelo. As mulheres que tocavam siririca pararam instantaneamente. Os dois machos que estavam a penetrar Débora se afastaram quase por mágica. Débora, por sua vez, olhou para Frazão e começou a chorar imediatamente. Quase chorando também estava Marcelo ao ver seu amigo sangrando. Frazão se aproximou de Débora a pegou pelos longos cabelos e a puxou por eles até o carro. Abriu a porta e a jogou lá dentro. Voltou, entrou na casa, foi até o quarto onde estavam suas coisas, pegou as duas malas, entrou no carro e saiu cantando os pneus. Débora não dizia nada, apenas chorava. Frazão não dizia nada com nada, apenas xingava. Agora, pela primeira vez desde que acordara, olhou para um relógio e se deu conta de que horas eram: 16:55, marcava o relógio da caminhonete. Quase cinco horas desde que ele adormecera. Uma caixa daquela continha 60 camisinhas, haviam quatro homens e quatro mulheres lá. Que horas teria começado a farra? Quantas daquelas camisinhas teriam sido usadas em sua mulher? Não teve coragem de perguntar nada daquilo para Débora. Aquilo tudo martelava na sua cabeça, fechava os olhos e via tudo novamente à sua frente.
Rodaram por cerca de duas horas até que começou a escurecer. Ele se sentia estranho, um pouco cansado. Débora não parava de chorar. Alternava períodos de choro brando com períodos de verdadeiros berreiros. Frazão então avistou uma placa que indicava motel a 1Km. Não agüentou mais dirigir, rodou apenas mais aquele Km e entrou no motel. Débora temeu pelo pior e desembestou a chorar mais alto. Frazão parou o carro e pediu a melhor suíte da casa. Entraram no quarto com Débora ainda nua e soluçando de tanto chorar. Débora entrou e ficou em pé num canto, esperando o primeiro tapa, mas não foi isso que se seguiu. Frazão simplesmente se ajoelhou à sua frente e pediu desculpas por todos os anos que estiveram juntos. Disse que nunca amara outra mulher e lamentou ter descoberto daquela forma o quanto ele a fizera infeliz todos aqueles anos. Levantou, lhe tascou um beijo digno de registro para a posteridade e jurou amor eterno. Fizeram amor por toda a noite e ele percebeu que agora ela estava mais solta, como nunca estivera antes.Voltaram para Barretos como se tivessem em começo de namoro. Não se cabiam em chamegos um com o outro. Frazão nunca mais procurou outras mulheres, deletou o endereço do site Fantasia para Casados do computador e nunca respondeu os pedidos de desculpas que de lá vieram. Não respondeu porque estava com raiva deles, mas porque achava que eles não deviam nem um pingo de desculpas a ele. Afinal, não fizeram nada além do normal naquela situação. Neste momento olhou para Débora que estendia roupa no quintal e teve plena certeza disso."

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