muito engraçada (ahahah eheheheh ihihih ohohohoh uhuhuh, a sério que conheci alguém que conhecia alguém que ria o aeiou todo) que aconteceu comigo há uns tempos. A propósito do quase bater do Noya.
Muito trânsito. Parado. Eu, Maya, na Via Norte, em frente à Ef... a uma empresa muito conhecida que há na Via Norte. Não, não era a Unicer. Carro da frente a ser conduzido por um gajo, que mais tarde confirmou a impressão que eu, Maya, já tinha sentido - estão a ver o Zé Manel Taxista? Pois ... Ah, que cabelo tão escorridinho. Então, o cabelo escorridinho à frente. A Maya, eu, atrás dele. A separar-nos: 50 cms em metros. Movimentos pélvicos: ele andava 5 metros, eu, Maya, 5 metros andava. Sempre coladinhos por meio metro. Então, de repente, vejo uma coisa a sair, voando, pela janela dele. Foi colar-se no rail. Eu, fiquei enojada. Mas ... sabem as coisas que nos enojam mas que não conseguimos deixar de olhar para elas? Pois ... Imediatamente nos 5 metros a seguir, Maya, eu, não consegue deixar de olhar para o rail. Distraiu-se e a almofada de conforto do meio metro foi à vida. Saímos dos carros. Ele, de pistola. Eu, Maya, armada de um sorriso maravilhoso para o cabelo escorridinho dele.
Danos materiais ou físicos: 0
Danos psicológicos: oh não queiram saber, ainda hoje tenho pesadelos com a coisa voadora e o cabelo escorridinho. Se eu pintasse, saía Daquí destas mãozinhas um Dalí, que ... havia de render bom dinheiro, havia.
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8 comentários:
Por esse andar nunca hás-de ser rica... (Cruzes credo!)
ca nojo!|
Ooohhhh está-se mesmo a ver que não percebes nada sobre a Arte.
:)
Miss Inconstante,
... pois é! Havias de ter visto aquilo a escorrer! Era grande!
Consegues imaginar?
já estou a visualizar a cena...obrigada pela imagem enternecedora :-)
Sempre às ordens.
[e era verde e amarela]
:)
suponho que seria então do nosso país irmão!
Não. Não ouvi muito bem o barulho que fez quando se estatelou no rail, mas não parecia ter sotchaqui.
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