sexta-feira, 8 de março de 2013

Não, não quero uma rosa

Sei que a intenção é boa, cavalheira até. Se houvesse Dia do Homem, em homenagem, sei lá, a todos os homens que morrem nas guerras, também eu distribuíria rosas aos homens, como que dizendo "tudo vai melhorar, não te preocupes, chegará o dia em que não haverá mais guerras".

Na verdade, o que eu queria mesmo era um aumento, sabes. Não uma rosa. Na verdade, o que eu queria mesmo era que as mulheres ganhassem o mesmo que os homens quando desempenham as mesmas funções com a mesma capacidade, mesmas habilitações e mesmos resultados. E que ganhassem mais que os homens quando desempenham as mesmas funções com mais capacidade, mais habilitações e melhores resultados. E que não tivessem de se masculinizar para conseguirem ganhar o mesmo ou mais.

... e apesar de todas as manifestações femininas (chamam-lhes muita gente erradamente manifestações feministas) e de todas as "comemorações" do Dia da Mulher desde 77, ainda estamos onde estamos, não é? ...

terça-feira, 5 de março de 2013

Rímel aka máscara de pestanas, ou ao contrário

Já começava a sentir-me um bocadinho anormal, mas afinal volta a confirmar-se: às vezes a maioria é apenas o lado onde estão todos os burros.

Claro que a tentação de fazer outras coisas enquanto se está numa fila de trânsito para arranca é muita, mas também todo o condutor já sabe que muitos "toques" e acidentes são resultado de distrações evitáveis. No meio disto tudo, há muita gente a quem sai o euromilhões todos os dias, é o que vos digo.

(o caso mais flagrante que conheço é o de um fulano a comer uma maçã e a fumar ao mesmo tempo; não perguntem)

Acredito, claro que acredito

"Adoro estes dois pares de ténis! Os azuis e os vermelhos…são mesmo muito giros! E acreditem ou não já fiz coisas inacreditáveis com eles… mas mudei… já não os uso como usava e ainda por cima já não tenho espaço para eles… É um desperdício deixa-los a apodrecer na escuridão do meu armário!".

Não sei se chore se ria.

segunda-feira, 4 de março de 2013

CV

Alguém me sabe dizer onde tirar um curso de sniper?

E já agora, onde se compram daqueles dardos que adormecem elefantes.

(não me sugiram canto; desafino)

sábado, 2 de março de 2013

Filme

Isto de uma famosa chamar bimbalhona a outra famosa está a ser giro.

Momento, vou buscar as pipocas.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sobre pintura e prazer

Ainda hei de pintar um quadro. Quero saber onde está o prazer: se enquanto se pinta o quadro ou se apenas depois do quadro pintado.

(bárbaros! :) - já pensei em todas as piadas em que estão a pensar)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Maya presunçosa

Maya já leu tudo o que a blogosfera diz que anda agora a ler na sua adolescência. Sim, cedo demais, mas também não os vai reler agora outra vez.

(alguns no original, inclusivé)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Não, não e não

Ainda a propósito de malas (caramba, mala faz-me sempre lembrar Antonio Banderas e Almodóvar; a vocês não?), acabo de aceder pela 1.ª vez ao TSB - um dos mais influentes style bloggers masculinos, segundo opinião deixada na Gaffe, e a 1.ª imagem que vejo é um homem agarrando uma dessas malas grandes supostamente para homens. Ó senhores!, por muito minimalista que a mala seja, homem que se preze não usa mala, seja de que tamanho for. Gays incluídos. Estamos entendidos?

domingo, 13 de janeiro de 2013

A mala

até é feia.


... pois, carteira.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

ahahahahah

Mas vocês acham mesmo que o pessoal do Marketing anda todo a dormir? A sério que acham que a Samsung vai vender menos depois destes "tiros no pé"? Bom, também é capaz de não vender mais, mas também nunca foi o objectivo aqui.

- já viste o vídeo da Pépa e da Samsung?
- ...
- vê, vê, vais matar-te a rir.

(se os portugueses ainda não conheciam a Samsung, a Samsung conhece muito bem os portugueses)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

13

Algum de vocês diz treuze? Se sim, liguem-me, preciso que alguém me anime o dia.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2012, a fo, a lixar uma pessoa até à última

Estou alagada. Não, não é suor ou outros fluídos. Antes fossem.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Vou montar

                           um negócio.

Vou ficar tão rica.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Que atire a 1.ª pedra ... (sobraram pedras? ... estou a brincar)

É de mim ou ele (ainda) quando pestaneja demora mais tempo a fechar um dos olhos?

(visto primeiramente aqui)

(queria publicar isto no fb mas só 2, 3, vá, dos meus amigos é que iam achar piada a isto. enfim. tenho de fazer novos amigos)

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Isabel Jonet (sim, também)

O que eu penso de todo esse não-assunto - isto aqui:

Isabel Jonet
Isabel Jonet foi à SIC-Notícias participar num debate com Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar. Logo aqui percebemos que algo não está bem. O tema, julgo, seria tão difuso como «a crise e os portugueses», como bem gostam as televisões portuguesas, dando espaço para que os intervenientes falassem sobre o que bem lhes apetecesse. Foi neste espírito que Isabel Jonet produziu umas declarações que fez as delícias das «redes sociais», e que, resumindo, era uma crítica aos hábitos de consumo dos portugueses, sobretudo dos portugueses que não podem dar-se ao luxo de ter hábitos de consumo desregrados. Como Isabel Jonet não é uma oradora talentosa nem tem um discurso cívico consistente, a coisa descambou para um conjunto de banalidades moralistas, pensava eu que inócuas, como por exemplo a condenação de idas a «concertos rock» e o facto de os seus filhos lavarem os dentes com a água a correr (bem como alguma coisa sobre Nestum - trazida ao debate por Ana Lourenço - que eu não percebi). Ora, eu ouvi isto todos os dias da minha educação: são coisas que qualquer pai (e avó) competente repete aos seus filhos. São ilustrações simplistas de uma hierarquia de prioridades saudável. São, também, parte da narrativa católica, da narrativa católica conforme passada às crianças. Foi estranho ouvir aquilo de alguém que falava para adultos, mas não mais do que isso: estranho. E devo dizer que, no essencial, mesmo traduzindo para uma linguagem mais consequente as ideias que Isabel Jonet estava a transmitir, estou absolutamente de acordo: os portugueses - nós - habituaram-se nos últimos 20 anos a viver com défices orçamentais constantemente deficitários e isso levou à instalação de hábitos de consumo insustentáveis.O que se passou a seguir é para mim inexplicável. Caiu o Carmo e a Trindade sobre Isabel Jonet, e os acéfalos do costume lançaram-se em campanhas virtuais de «boicote» ao Banco Alimentar. Sim, porque Isabel Jonet é a presidente de uma das instituições que mais tem feito pelo auxílio dos pobres. Chama-se a isto «caridade», uma palavra que a esquerda odeia porque acha que quem a pratica pretende manter os seus beneficiários na pobreza, enquanto massaja o seu ego e o seu currículo cristão. E, claro está, não tardou muito que Isabel Jonet fosse apelidade de «salazarenta». Obviamente que este tipo de «debate», chamemos-lhe assim, não mereceria qualquer tipo de alimento numa situação normal - aliás, como nunca mereceu durante todos estes anos que Isabel Jonet tem à frente do Banco Alimentar, com condecorações à mistura e tudo - mas nós não estamos numa situação normal. O pecado de Isabel Jonet é a sua dicção, digamos, a maneira como mexe as mãos e pisca os olhos: é a sua condição social de «privilegiada», como agora se diz, o que, segundo a acefalia reinante, a desqualifica para qualquer intervenção pública. Mesmo sendo Isabel Jonet uma pessoa com um currículo a todos os títulos inatacável no trabalho de campo de combate à pobreza, qualquer consideração que faça sobre os mais «desfavorecidos» será considerado um «insulto», à imagem daquilo que se passou com Alexandre Soares dos Santos, por exemplo (já agora, como está a correr esse boicote ao Pingo Doce?) O dado preocupante nesta história é este (não é o «boicote» ao Banco Alimentar, que será feito por catorze pessoas com contas Twitter): a radicalização das várias sensibilidades sociais e políticas que conduzirão, tragicamente, a uma situação onde será impossível qualquer tipo de consenso sobre aquilo que o país tem de fazer.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Noites

Os meus sonhos noturnos estão cada vez mais esquisitos. Não vos interessa para nada, não é? Sim, mas aqui vai disto, mesmo porque tenho de escrever aqui qualquer coisa, que quem tem um blogue, tem certas obrigações. Portanto, falo-vos dos meus sonhos - os noturnos -, que é assim uma coisa para o engraçado que de vez em quando me acontece. Não, não são sonhos eróticos, nunca lhes achei muita piada, a não ser aqueles com os padres, mas esses também são raros, só em épocas festivas e principalmente na Páscoa, que é quando nos cruzamos mais, os padres e eu. Voltando aos sonhos ... pois, a noite passada aconteceu-me sonhar com um gay (a culpa deve ser tua, Francis), que me dava conselhos sobre aquilo do feng shui, tive de googlar, no sonho não, recordo-me que as palavras apareciam-me clarissímas e esvoaçantes, não, não fumei nada de extraordinário ontem à noite, comi apenas um caramelo envolto em chocolate, mas acho que não teve nada a ver. Cores, sim, eu sonho a cores - roxo, branco, lilás predominantemente. Andarei a ver revistas de moda a mais, muito provavelmente.

Eu até gosto de chinesices e niponiquices - nomeadamente pancadas, murros, urros e artes marciais em geral, mas isto do feng shui, reiki e outros que tal de energias para trás, para a frente e para os lados não me convence. E a sonhar também não. Creio que acabou comigo a aplicar um golpe de tesoura ao gay.

(as palavras estrangeiras e estrangeirismos não estão em itálico porque não me apeteceu. cansada)

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Que é que se passa com os homens?

(ou então o que é que se passa comigo?)

Viraram todos casadoiros, é?

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Revelações

O meu amigo colorido - que não é gay, naturalmente - e eu abrimos a Caixa de Pandora. Caboum.

Em minha defesa, tenho já a dizer que não fui eu quem começou. Quis provocar-me e não sabia onde estava a meter-se. Quis contar e eu ouvi. Abraçado a mim, perguntou-me se eu tinha ficado triste. "Não", respondi-lhe. Depois perguntou o que quis e eu respondi. Quis que eu mostrasse e eu mostrei. Acho que ele ficou triste. Será para os homens mais difícil aceitar que não são a única cor de um arco-irís de uma mulher?

Enfim, a coisa vai complicar-se. Vou continuar calada como sempre, mas ele vai provocar-me sempre que eu não puder.

Espero que isto acabe bem, de uma forma ou de outra.