O meu amigo colorido - que não é gay, naturalmente - e eu abrimos a Caixa de Pandora. Caboum.
Em minha defesa, tenho já a dizer que não fui eu quem começou. Quis provocar-me e não sabia onde estava a meter-se. Quis contar e eu ouvi. Abraçado a mim, perguntou-me se eu tinha ficado triste. "Não", respondi-lhe. Depois perguntou o que quis e eu respondi. Quis que eu mostrasse e eu mostrei. Acho que ele ficou triste. Será para os homens mais difícil aceitar que não são a única cor de um arco-irís de uma mulher?
Enfim, a coisa vai complicar-se. Vou continuar calada como sempre, mas ele vai provocar-me sempre que eu não puder.
Espero que isto acabe bem, de uma forma ou de outra.
UM CAMINHO CURRICULAR PARA A FORMAÇÃO HUMANISTA?
Há 1 semana
7 comentários:
conte o acabar, seja de uma forma ou de outra, para nós.
beijoss
Eu tenho a ligeira impressão de que esses homens são daltônicos...
#PS* também quero saber o final!
O problema não é haver mais cores no arco-irís de uma mulher (ou de um homem). O problema é aquela cor em concreto não ser vivida de forma intensamente absoluta...
Não sei se e quando acabará. Mas contarei, quando e se acabar, se tal merecer relevância nesta compilação de memórias. :)
Beijoss para as 2.
True, ma sweet bastard. Creio que o problema é andarmos todos na demanda (gostaste?) da cor perfeita. E toda a gente sabe que não existem cores perfeitas. Apenas idealizadas. Belos pintores, nos saímos.
Maya,
(gostei) eu por acaso ainda acredito numa pessoa estar genuinamente com a pessoa de quem gosta. Amigo colorido ou não.
Ma dear, desconfio que não estamos a falar a mesma língua aqui ...
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