enviar um email a um gajo, um associate ou colleague, como preferirem (com um nome com muitos zês e ésses e kapas) a pedir dinheiro. Leu-o agora. Está a pensar no que há-de fazer. É que ontem o gajo passou-se comigo. Não percebo. As pessoas do dinheiro passam-se sempre comigo. Eu até nem gasto muito. Gasto o que tenho de gastar. O gajo não sabe que responder-me. Ultimamente, há muitas pessoas que não sabem o que responder-me. Não percebo. Não sei se isto é bom ou mau. É banho-maria, eu sei! Voltando ao gajo que não sabe o que responder-me ... eu percebo o dilema dele. Eu, quando não estou desvairada, sou muito boa a explicar o porquê dos meus pedidos. E o resultado é que os meus pedidos ficam irresistíveis, parece até que têm chocolate, daquele negro, viciante. Ficam apelativos. O que os destinatários dos meus pedidos pensam quando lêem os meus emails-pedidos é: que email tão saboroso, quero dizer-lhe já que sim, que dou tudo o que ela quiser. Como é que ela consegue? Não preciso de lhe perguntar mais nada. Tudo o que eu quero saber, está aqui. Como é que ela consegue ler-me a cabeça e o coração. Sim, sim, sim, sim e sim!
Estes gajos polacos e húngaros passam-se comigo. Pá, eu sou portuguesa, meto tudo ao barulho - desde o administrador até ao varredor - quando quero mesmo mesmo muito uma coisa. E está tudo dito!
[adenda 1: entretanto já consegui que 3 ou 4 gajos (chefes dos chefes e assim) falassem comigo sobre o assunto; vêem?]
[adenda 2: olha, agora vão mudar procedimentos e tudo ... ihih]
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2 comentários:
Lol.
É assim mesmo!
Tu dá-lhes!
Jac,
Também não posso esticar muito a corda, caso contrário, os gajos deixam de me dar importância. Só uso da força em caso de extrema necessidade apenas :)
Como em tudo de resto.
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