Uma coisa que me chateou logo pela manhã foi no carro não conseguir encostar a cabeça no encosto de cabeça do banco. Ora arranja-se uma miúda como pode em frente ao espelho do toilête arrepiando todo o cabelo num beautiful rabo-de-cavalo e chega ao carro e verifica que não pode encostar a cabecinha no encosto de cabeça do banco porque o rabo-de-cavalo não deixa. Mulher sofre. Os rastas que conduzem também.
Se podia tirar o encosto de cabeça do banco? Podia. Mas era chato por 2 coisas: ainda não sou rica para pagar as multas por tirar o encosto de cabeça do banco e também não me apetece muito partir o pescoço.
Se podia tirar o rabo-de-cavalo quando conduzisse? tipo aquelas mulheres que andam de saltos altos e depois quanndo chegam ao carro mudam para chinelos ... Podia. Mas não tenho tempo. Se eu tivesse de perder tempo com paneleirices destas ainda tinha de conduzir mais depressa para compensar os minutinhos desperdiçados.
Já perco um tempo infinito com a reza que faço todos os dias antes de sair da garagem: senhor fazei com que ande devagar hoje e não me enerve com a azelhice dos demais automobilistas. Repito 3 vezes. Às vezes dá resultado outras nem tanto.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
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5 comentários:
Experimenta é ao cinema de rabo de cavalo. Aí, sim, você vai ver o que é chateação.
Como alguém dizia, "antes com frio e com estilo, que confortável e feio". No caso, em vez do frio é o desconforto do pescoço. Por uma boa causa, certamente :) (estes símbolos não são uma alternativa à altura do verdadeiro sorriso...)
Conheço bem a sensação... enervaaaaaante!
Bípede, realmente ... Quem está atrás de ti, não vê nada.
Na verdade Noya, só apanhei o cabelo porque estava sujo. Disfarça ...
Pro, é realmente uma sensação um bocado chata.
(estou no modo 'parva' hoje, amigos! amanhã, já estarei melhor)
eu já deixei de rezar. as minhas preces nunca eram ouvidas...
(estive fora até hoje. desculpa lá os comentários atrasados)
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