Olha, olha, o pipoco ainda acreditava que existia a mulher perfeita. Santa ingenuidade. Não, não me venhas dizer que estavas a gozar e assim ... Os homens, já sabe, são todos uma cambada de românticos.
Picopo, man, o Pai Natal não existe. E a Mãe Natal muito menos.
Como dizia, os homens são uns românticos. Uns mais, outros menos. Ali o ídolo da mulher-que-o-pipoco-pensava-que-era-perfeita, o Michael Bublé, é dos menos. O Bublezinho é tudo menos romântico. O Bê (vamos chamar-lhe assim que sempre que tenho de pensar em bublé rio-me durante 5 minutos, isto sou eu que sou parola) é um homem de negócios. Assim como o Tony Carreira ou o Mickael Carreira ou ainda o Julio Iglésias ou os filhos mais velho e o do meio. Olha, olha e ... aquele que namorava com a Nicolette Sheridan (é com 2 tês?) de que não me estou a lembrar o nome agora. Está bom de ver que quando o Michael Bê tiver um filho (se o tiver que cá para mim ...), o Bê Filho também já tem a sobrevivência garantida, que isto da voz e do sentido para o negócio até parece que passa de pais para filhos. Parecem judeus ou o caraças. Só eu é que não tive voz para cantar, nem tive a sorte de ter um irmão que eventualmente cantasse e ganhasse a vida assim e também me ajudasse na minha. Ah pois, diz-se na minha família que há uma costela qualquer de judeu. Apesar de eu ser ... tipo caucasiana e assim.
Deixem lá que os outros cantores ou cantautores (linda), tipo The Cure e Mika e Microaudiowaves (é assim?) e Wraygun e Sindi kat também são muito românticos. São, são. Isto é tudo uma interessice é o que é.
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