terça-feira, 16 de abril de 2013

Joue, Alzheimer!

Gosto deste cinema francês, o da aparente piada fácil, presque brejeira. E isto é o que os franceses, assim como os italianos, espanhóis, e nós, portugueses - e esse grand Kusturrrica também - têm em comum: pegar em temas sérios, travesti-los, e transmitir a mensagem - neste Paulette, a terceira idade e todos os problemas que lhe estão subjacentes.



Mas também gosto dos que nos dão uns valentes murros no estômago de quando em vez.


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