São assim uma espécie de coisa que não queremos que acabe, enquanto lemos, vemos e ouvimos. Que é o contrário daquela espécie de coisa de querer chegar ao fim rapidamente para saber como acaba. A exceção aqui são as coisas do crime e os do Paulo Coelho. Temos sempre de saber quem é o assassino. E os do Paulo Coelho não têm fim. Ter, têm, mas só aos bolsos dele interessa.
Digam lá! eu às vezes, hein!
(sim, ainda a propósito de Greys, Corín Tellados, MRPs ou MPRs, nunca sei, e afins)
UM CAMINHO CURRICULAR PARA A FORMAÇÃO HUMANISTA?
Há 1 semana
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