(quem me conhece dirá
mas tu já és raçada a gato, que é o que se costuma dizer aqui para cima quando se tem no sangue o sangue de alguém, não sei se aí em baixo é também assim, sei que maçã aí é um pêro, que aqui em cima é outra coisa completamente diferente, mas, como dizia, dir-me-iam
tu és raçada a gato, tens olhos de gato tal qual um gato, és arisca tal qual um gato, fazes ronrom quando queres uns mimos tal qual um gato, insinuas-te coleantemente (olá, Dina!), e sem que se dê por ela tal qual um gato, fazes o que queres tal qual um gato, limpas os bigodes (ah?!) tal qual um gato, cais de pé e sacodes o pó do pêlo tal qual um gato, andas para trás tal qual um gato, pisgas-te com uma rapidez louca tal qual um gato, só não te pões debaixo dos carros nem dentro dos motores tal qual um gato, porque não percebes nada de mecânica. ponto.)
2 comentários:
Boa tarde, Maya...
Próximo passo, de gata e não de gatas, a dar: Ler Agatha Christie...))
Boa-noite, Salvador,
Li-os todos, acho. Mas não me lembro de nenhum em que o assassino usasse uma chave inglesa. Era mais valeriana, não era?
:)
De resto, não tenho gatos, ou gatas. Minto. Tenho uma de olhos esverdeados. Mas essa já sabe ler.
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